App faz com que os botões de volume do seu smartphone tenha mais funções

Smartphones Android atuais possuem apenas três volumes físicos, que funcionam para algumas poucas e limitadas ações. É verdade que todo o sistema pode ser controlado facilmente com um simples toque na tela, mas e quando ela está apagada? E os inúmeros atalhos que poderíamos criar com os botões físicos para facilitar nossa vida, por exemplo, acendendo a lanterna com apenas um toque?

O aplicativo Almighty Volume Keys tem justamente essa proposta. São vários atalhos configuráveis para tornar os botões de volume ainda mais úteis, inclusive liberando alguns controles com a tela apagada. Por exemplo, você pode acender a lanterna ao tocar em aumentar volume. Apertando aumentar volume duas vezes, pode pular de música, ou começar a gravar áudio. Baixar volume três vezes e seu celular fala as horas em voz alta.

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As opções são finitas, mas em grande número.

É possível até criar atalhos que misturam as teclas, como apertar aumentar volume e depois baixar volume para ligar ou desligar o Bluetooth. São muitas opções, em um app bem completo e simples.

Claro que há algumas funções que não estão presentes e podem fazer falta a alguns usuários. Não há, por exemplo, atalhos para a câmera.

Outra observação: depois de instalar o app, é preciso ativá-lo. Primeiro, indo ao menu lateral no próprio aplicativo, e depois acessando as configurações de acessibilidade e ativando a permissão para o Almighty Volume Keys.

A instalação é gratuita e, se você quiser liberar algumas funções extras, tem que pagar a versão Pro. Mas na edição grátis é possível ter vários bons recursos à disposição. Logo, não precisa sair gastando seu suado dinheiro para ter um app poderoso em seu smartphone.

E se os controles de volume de seu smartphone Android forem capazes de ativar funções alternativas tais como tirar fotos, fazer ligações, gravar áudio ou até mesmo iniciar uma aplicação específica? Saiba que calibrar os botões de seu celular para desempenhar estas e mais funções é de fato uma opção. Basta baixar um aplicativo, configurá-lo devidamente e então começar a utilizar seus controles de volume de forma dinâmica.

Após realizar o download de QuickClick, basta selecionar a função que deverá ser executada sempre que uma sequência determinada dos botões for pressionada.

Entre as tarefas que podem ser ativadas pelo app, destacam-se as seguintes:

Ativação de câmera (foto ou vídeo)
Gravação de áudio
Execução de aplicativo específico
Ativação do app de mensagens
Inicialização de chamadas
Execução de gerenciador de tarefas
Acesso às opções de configurações

Saiba como operar este aplicativo robusto a partir deste tutorial e faça, assim, com que as funções dos botões de volume de seu aparelho passem a desempenhar novas ações.

Passo 1 – Download e ativação do app

Acesse a Play Store e busque o aplicativo QuickClick (se você acessa nossa página por meio de seu smartphone Android, clique aqui e faça o download da aplicação). Uma vez instalado, basta iniciar QuickClick e tocar, neste primeiro momento, sobre o campo “Create a new Action”.

E atenção: certifique-se de checar o ícone exibido pelo canto superior direito do aplicativo; o botão deverá estar ligado (“LIG”). Este comando permite a configuração de ações adicionais ativadas a partir dos botões de volumes e mantém, ainda, o QuickClick em funcionamento.

Passo 2 – Selecione a ação

Após clicar sobre “Create a new Action”, uma nova aba será aberta; diversas tarefas serão listadas por QuickClick. Uso de flash, ativação de câmera de vídeo ou foto, realização de chamadas a partir do toque dos controles de volume ou a execução de um aplicativo em especial são algumas das possibilidades elencadas (as ações são listadas em inglês).

Em nosso caso, selecionamos a opção “Photo” (câmera para fotos). Mas, se ativar um aplicativo específico é sua intenção, nada de alarme: o processo descrito a seguir fundamenta-se sobre quatro etapas – passos estes que devem guiar a ativação qualquer outra função possibilitada por QuickClick (vale dizer que as instruções do app serão exibidas ainda em inglês).

Passo 3 – Configuração de botões

As ações alternativas ativadas a partir dos botões de volume de seu smartphone podem ser todas ajustadas de modo particular. Como selecionamos a opção “Photo”, a primeira configuração solicitada por QuickClick foi a seleção de qual câmera deverá ser ativada quando o aplicativo estiver em uso

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Buscas do Google mostram alerta de SOS para o coronavírus

CATEGORIA: Destaques

A Google está acionou o alerta de SOS para o seu mecanismo de buscas para o coronavírus. A função só é utilizada para ajudar pessoas em casos de grandes catástrofes mundiais. Com isso, uma nova barra é apresentada, dentro da qual um usuário pode encontrar informações precisas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dicas de sobrevivência.

A companhia enviou comunicado pelo Twitter sobre a decisão: “Hoje, estamos lançando um alerta de SOS para pesquisas do Google relacionadas ao novo coronavírus de 2019. Fazemos isso regularmente para eventos críticos em todo mundo onde a segurança pública possa estar em risco”, disse a empresa.

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O alerta vem com a possibilidade de compartilhamento para facilitar a disseminação de informações.

O Google direciona o usuário para páginas da OMS relacionadas à explicações oficiais sobre o vírus, além de possíveis dúvidas.

Segundo a Google, tal alerta é atualizado na medida em que novas informações são disseminadas, sendo que somente os dados oficiais são destacados. Também não são todas as regiões que podem ter acesso à funcionalidade, dedicada somente a áreas de risco como os países asiáticos. A busca aqui em território brasileiro não entrega o recurso, por exemplo.

A empresa tem trabalhado para ajudar a combater o novo vírus, que já se espalhou mundialmente com mais de 200 mortas até o momento. A Google anunciou diretamente a doação de US$ 250 mil para a Cruz Vermelha, sendo que já levantou US$ 800 mil entre seus funcionários para ajudar as vítimas.

Com epicentro em Wuhan, o coronavírus foi descoberto no final do ano passado e já se transformou em problema de saúde em todo mundo devido sua capacidade de transmissão pelo ar. Por conta disso, a Google interditou escritórios na China, Hong Kong e Taiwan até segunda ordem.

O Google é a maior ferramenta de procura por informações no mundo e, por isso, essencial para disseminar as informações sobre o coronavírus.

Por conta disso, a empresa ativou um alerta SOS para a doença, com a finalidade de disponibilizar as principais notícias e recursos mais rapidamente.

Uma busca por “coronavírus” ou uma consulta relacionada vai resultar em uma card branco, observando o Alerta SOS, e a capacidade de compartilhar diretamente. Abaixo disso, uma caixa com as “Principais histórias” e depois as “Atualizações locais”, com publicações relevantes do Twitter. O Google vai “atualizar com mais informações, conforme necessário e relevante”. O alerta espera tornar “recursos sobre o coronavírus facilmente acessíveis”.

O recurso está disponível tanto para a versão web quanto para dispositivos móveis, e costuma ser usado durante eventos de crise “nos quais a segurança pública pode estar em risco”, incluindo incidentes naturais e humanos.

Google, Facebook, Instagram, Twitter e YouTube vêm anunciando novas providências para conter a propagação de notícias falsas sobre o coronavírus.

O objetivo é atacar o crescente número de fake news relacionadas à prevenção da doença, incluindo falsos comunicados governamentais, além de teorias da conspiração acerca da origem do surto na China. As empresas revelaram as medidas depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o novo vírus representa emergência de saúde pública de interesse internacional. Veja, a seguir, como cada plataforma vai lidar com os casos de desinformação na Internet.

Facebook e Instagram

Serão excluídos do Facebook e do Instagram os posts sobre coronavírus com potencial de causar danos à saúde do usuário. Também serão tratadas dessa maneira as publicações que espalham teorias da conspiração envolvendo a origem do vírus.

A medida vai contra a política usual da empresa para lidar com notícias falsas em suas plataformas. Até então, publicações checadas por agências parceiras poderiam apenas perder o impulsionamento e ganhar um selo avisando se tratar de mentira ou distorção. Foi assim que o site lidou, por exemplo, com campanhas de movimentos antivacina que ocorreram recentemente no Paquistão.

A empresa de Mark Zuckerberg, no entanto, não divulgou planos semelhantes voltados para o WhatsApp, que é visto como vetor frequente de campanhas de desinformação. O Facebook aponta a criptografia de ponta-a-ponta como entrave para evitar fake news e vem recorrendo a funções que restringem o encaminhamento de mensagens para conter a distribuição de correntes com informações falsas.

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Serviço que aumenta número de seguidores no Instagram vaza senhas de usuários

Muito comuns, as empresas que fornecem o serviço de impulsionamento de seguidores nas redes sociais vira e mexe estão nos noticiários de tecnologia e; na maioria das vezes, com notícias envolvendo falhas de segurança e vazamentos. A bola da vez é a Social Captain, uma startup que faz esse trabalho no Instagram e que teve senhas de usuários que se cadastraram na plataforma vazadas nesta semana.

De acordo com apuração dos nossos dados, a Social Captain estava armazenando as senhas de contas vinculadas do Instagram em texto sem criptografia. Qualquer usuário que visualizasse o código-fonte da página da web por meio do seu perfil na plataforma poderia ver estes detalhes, bastando estar logado.

Para piorar as coisas, um bug no site permitia que qualquer pessoa acessasse o perfil de todos os usuários do Social Captain sem precisar fazer login. Para isso, bastava conectar o ID da conta exclusiva do usuário ao endereço da empresa para garantir o acesso à conta do Social Captain e às credenciais de login do Instagram. Isso acontecia, também, porque essas identificações possuem números sequenciais, o que aumentou, claro, a vulnerabilidade.

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Um pesquisador de segurança, que pediu para não ser identificado, alertou o TechCrunch sobre a vulnerabilidade e forneceu uma planilha com cerca de 10 mil contas que vazaram. Este arquivo continha cerca de 4.700 conjuntos completos de nomes de usuário e senhas do Instagram, com o restante dos registros contendo apenas o nome e o email. Além disso, era possível saber se os perfis eram de teste (gratuito) ou premium (pago). Nas contas pagas, que somaram 70, era possível ver, inclusive, os endereços de cobrança.

Problema ainda persiste

De acordo com o pessoal do TechCrunch, mesmo após a empresa ter dito que o problema havia sido sanado; era possível acessar senhas e outras informações das contas por meio do código-fonte da web. O acesso direto a esses perfis, porém, não era mais possível.

Como relatar um problema no Instagram

“As primeiras análises indicam que o problema apareceu nas últimas semanas porque o terminal destinado a facilitar a integração com um serviço de email de terceiros ficou temporariamente acessível sem autenticação baseada em token. Assim que finalizarmos a investigação interna, alertaremos os usuários que podem ter sido afetados no caso de uma violação; e solicitaremos que eles atualizem as combinações de nome de usuário e senha associadas”; disse Anthony Rogers, diretor-executivo da Social Captain, sem mencionar quanto tempo essa investigação demorará.

O Instagram, por sua vez, disse que o serviço violou seus termos de serviço ao armazenar incorretamente credenciais de login.

“Estamos investigando e tomaremos as medidas apropriadas. Nós encorajamos as pessoas a nunca fornecerem suas senhas a alguém que não conhecem ou confiam”, disse um porta-voz do Instagram, em comunicado.

O Instagram está removendo curtidas, seguidores e comentários de perfis falsos gerados por aplicativos terceiros que prometem aumentar a popularidade dos usuários. A rede social criou uma ferramenta de machine learning capaz de reconhecer esse tipo de serviço e deletar as atividades identificadas como “não autênticas”. Com isso, usuários que usam apps para ganhar likes e follows podem ver a redução de seus números na rede social.

Como responder perguntas do Instagram com foto

“Esse tipo de comportamento é ruim para a comunidade, e os apps terceiros que geram likes, follows e comentários; inautênticos violam nossas Diretrizes da comunidade e os Termos de uso”; explicou a plataforma em comunicado oficial nesta segunda-feira (19).

A rede social esclareceu também que os usuários que forem apontados pelo sistema como utilizadores desses apps pra ganhar likes e follows receberão uma mensagem explicando que curtidas, seguidores e comentários de perfis não verdadeiros foram removidos de sua conta. “Se você receber uma mensagem no aplicativo, basta alterar sua senha para revogar o acesso deles à sua conta”, alerta o Instagram. Isso porque pessoas que usam esse tipo de aplicativo podem acabar compartilhando; sem saber, seus dados de acesso e tendo seus perfis utilizados para realizar atividades falsas em páginas de outros usuários.

O comunicado deixou claro que quem continuar usando programas do gênero para aumentar o público na rede social pode ter a experiência na plataforma impactada, mas não explicou como. O Instagram informou ainda que essa é apenas o primeiro de uma série de passos que visam manter o serviço como fonte de relações autênticas e que; nas próximas semanas, serão disponibilizadas novas atualizações a fim de combater atividades falsas.

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Coronavírus aumenta o interesse das pessoas pelo filme Contágio

Com a preocupação crescente sobre a proliferação do Coronavírus, pessoas de todos os lugares do mundo estão prestando atenção em seus celulares para saber se a doença já chegou às regiões próximas de onde mora. Mas o interesse pela doença também está “transbordando” para outras áreas.Um filme dirigido por Steven Soderbergh e lançado há nove anos parece ter despertado o interesse do público novamente.

Desde a semana passada, o filme Contágio está entre os 10 mais vistos na plataforma iTunes (e no momento em que este texto foi escrito, entre os 20 mais vistos no Google Play), algo que pode ser considerado um marco para um filme que não é estreia.

No enredo, Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) retorna ao Estado de Minnesota (Estados Unidos) após uma viagem de negócios em Hong Kong e começa a se sentir mal. Emhoff atribui seus sintomas ao fuso horário.

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No entanto, dois dias depois ela morre, sem que os médicos encontrem a causa. Logo depois, outras pessoas começam a manifestar os mesmos sintomas e, logo, é desencadeada uma pandemia que as autoridades de saúde tentam conter.

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Em menos de um mês, o número de mortos na história chega a 2,5 milhões nos EUA e 26 milhões em todo o mundo.

Se você ainda não viu o filme, lendo a trama — ou apenas assistindo ao trailer — já entende de onde veio o interesse atual pelo filme, que recebeu boas críticas quando foi lançado em 2011: coincide com o novo surto de um coronavírus na China, também chamado de “pneumonia de Wuhan”.

Até esta quinta-feira (06), haviam sido registrados 28.347 casos em todo o mundo e 565 mortes, a maioria na China.

Por isso, Contágio acabou chamando tanta atenção.

“Aprendendo como sobreviver a esse coronavírus de Wuhan, na China”, diz um usuário do YouTube na seção de comentários abaixo do trailer, visto por mais de 10.116.370 pessoas.

“Lembro-me de ver no cinema e pensar ‘isso pode realmente acontecer’. Nove anos depois…”, diz outro.

“Eu nunca pensei que este filme se tornaria realidade em Wuhan, China. Agora, está se espalhando por todo o mundo”, diz outro usuário que viu o filme novamente cinco dias atrás.

No momento de seu lançamento, alguns especialistas elogiaram a maneira como o filme refletia a situação de uma pandemia.

Os surtos de vírus são uma ameaça crescente no século 21, disse o epidemiologista Ian Lipkin, que prestou assessoria ao diretor Soderbergh, ao jornal The Guardian em 2011.

Isso se deve, acrescentou, ao aumento do comércio e viagens internacionais, urbanização, perda de habitats da fauna silvestre e investimento inadequado em infraestrutura para vigilância sanitária, produção e distribuição de vacinas.

Mas o que a realidade do coronavírus chinês realmente tem em comum com a ficção do filme de Soderbergh?

Semelhanças e diferenças

Um tema comum é que ambos os vírus se originam na China e os morcegos parecem desempenhar um papel preponderante.

No filme, Emhoff (que se torna a paciente zero da doença fictícia chamada MEV-1) é infectada com o vírus quando troca um aperto de mão com um chef em Hong Kong, que preparou um porco que tinha sido mordido por um morcego infectado.

Na realidade, a origem, embora haja suspeitas, não está confirmada.

Especialistas da Organização Mundial da Saúde apontam que é muito provável que o novo coronavírus venha de morcegos. Eles estimam que ele teve que pular primeiro para um grupo de animais não identificado antes de poder infectar humanos.

Estima-se que os vírus por trás da Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e da Mers (Síndrome Respiratória no Oriente Médio); por exemplo, também tenham se originado em morcegos; mas foram disseminados para gatos e dromedários, antes de serem transmitidos aos seres humanos.

Cidade fantasma

Imagens de cidades em quarentena, aeroportos fechados, profissionais de saúde com trajes especiais, pessoas com máscaras, cidades vazias, lojas fechadas…

Essas imagens são repetidas tanto no filme quanto na cidade central chinesa de Wuhan, onde o surto se originou

No filme, entretanto, a doença rapidamente se torna uma pandemia — termo reservado para uma doença infecciosa que ameaça muitas pessoas simultaneamente em todo o mundo —, o que ainda não é o caso do novo coronavírus da China, não é assim. Pelo menos a Organização Mundial da Saúde até agora não mudou sua classificação de surto.

Embora mais de 20 países tenham relatado casos, até o momento não há casos confirmados na África ou na América Latina.

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Como relatar um problema no Instagram

Você está tendo algum problema com a sua conta do Instagram? Em primeiro lugar, vá até a Central de Ajuda da plataforma. Por lá, é possível acessar listas com as dúvidas mais frequentes. Assim, é possível que você consiga resolver seu problema sem precisar entrar em contato com a equipe de suporte do Instagram.

O Instagram não possui um serviço de suporte muito aberto ao público. Por isso, vamos te mostrar neste artigo as melhores maneiras de conseguir entrar em contato com eles e relatar seu problema ou erro.

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Como a maioria das empresas focadas em internet, o Instagram não disponibiliza um número de suporte via telefone.

E suporte por email? Também não é um contato possível. A maneira que eles utilizam para a comunicarem é pela Central de Ajuda ou quando o usuário consegue chamar a atenção da plataforma pelas redes sociais, como Facebook e Twitter.

Pelo aplicativo do Instagram

Se você consegue logar seu perfil no Instagram, e precisa relatar um problema técnico, é possível entrar em contato pelo próprio aplicativo. Basta seguir esses passos:

Vá até seu perfil e deslize a tela para o lado esquerdo;
Selecione a opção Configurações, Suporte e em seguida Reportar um problema;
Toque em “Algo não está funcionando” e explique o problema que você está tendo com o máximo de detalhes possível.
Você receberá uma mensagem automática, confirmando o acesso ao perfil ou pedindo documentos que comprovem os dados. Não existe um tempo pré definido para a resposta do suporte, mas a comunicação acontece sempre pelo email cadastrado.

Pelo Facebook

No caso de você não ter acesso ao seu perfil do Instagram, a única maneira é pela “Ajuda Para Desktop” do Facebook. Se sua conta foi desativada por motivos que você desconhece, basta acessar o link e preencher o formulário (como na foto abaixo) e o problema será investigado pela equipe de suporte do Instagram.

Redes Sociais e suporte do Instagram

Como boa empresa focada em internet, as redes sociais não poderiam ficar de fora. Esta parece ser a maneira mais efetiva de enviar mensagens diretas ao suporte do Instagram, visto que não tem e-mail nem telefone de suporte. A primeira opção é por mensagem direta no perfil oficial do Instagram.

A segunda opção é por meio do Twitter, marcando a empresa e descrevendo seu problema eles te ajudarão, de alguma forma, a resolver o problema em questão.

Reclame aqui

Atualmente, a forma mais eficaz de obter respostas do Instagram é pelo Reclame Aqui. Só pra você ter uma ideia, no momento em que escrevemos esse artigo, a rede social tem uma taxa de resposta de 99,9% no site.

E não é por acaso: pega muito mal pra qualquer empresa ter uma baixa avaliação no site, que serve como um fórum de reclamações sobre atendimento, compra, produtos e serviços das empresas que funcionam no Brasil. Nesse caso, os brasileiros saem na frente. Afinal, esse parece ser o único canal que o Instagram se faz presente com regularidade.

Para enviar uma reclamação, basta entrar no link do Instagram no Reclame Aqui e clicar no botão Reclamar, que fica no canto direito. Descreva seu problema detalhadamente e, se possível, insira uma imagem. Pronto! Agora é só esperar.

A resposta costuma chegar dentro de uma semana.

Você será avisado por e-mail juntamente com a resposta que receberá diretamente no Reclame Aqui.

Dica: antes de deixar a sua reclamação, faça uma busca no Reclame Aqui para saber se essa dúvida já foi respondida pelo próprio Instagram. Assim, você consegue resolver o problema rapidamente, sem precisar esperar uma resposta.

Se algum dia você precisou entrar em contato com o suporte do Instagram, é bem provável que tenha morrido na praia. Assim como qualquer empresa que presta serviços gratuitos pra mais de 1 bilhão de usuários, a rede social parece não dar conta de todas as demandas que surgem diariamente.

Sem um serviço de suporte 100% disponível e aberto, muitos usuários que enfrentam problemas sérios (como bloqueios por spam ou até mesmo contas invadidas e suspensas) podem passar meses sem saber a melhor maneira de proceder.

Mas nem tudo precisa de desespero! Nesse artigo, vamos te mostrar que há sim algumas formas fáceis de entrar em contato com o Instagram, principalmente se você for brasileiro. Continua lendo pra entender!

Já tentou a Central de Ajuda?

Eu sei, eu sei. Manter uma conversa via chat ou telefone é muito mais fácil do que procurar respostas em textos. Mas a verdade é que, muitas vezes, buscar soluções na Central de Ajuda pode resolver seu problema ainda mais rápido do que tentar um contato com o Instagram.

Acesse o link e digite um termo correspondente à sua dúvida na barra de pesquisa ou navegue pelos menus ao lado esquerdo. As chances de sua pergunta já estar respondida são altas e os textos são super bem explicados. Vale a tentativa!

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Ford utiliza impressoras 3D para criar porcas que evitam roubo de rodas

A Ford Europa vai usar a impressão 3D para evitar um problema que aborrece motoristas de várias partes do Brasil e do mundo: o furto de rodas. A divisão europeia da empresa desenvolveu uma tecnologia que permite personalizar as porcas de fixação, usando a voz do cliente ou detalhes do próprio veículo para criar um desenho único e extremamente difícil de copiar, diferente das atuais porcas e parafusos antifurto existentes no mercado.

Em parceria coma a EOS, empresa especialista em prototipagem rápida, a Ford criou porcas de fixação com desenho baseado na voz do motorista – que, assim como a íris e a impressão digital, pode ser usada na identificação biométrica. Os engenheiros gravam a voz do motorista por, no mínimo, um segundo dizendo algo como “eu dirijo um Ford Mustang” e usam um software para converter as ondas sonoras em um padrão físico. Esse padrão, então, é transformado em um círculo e usado para desenhar o formato da porca e da chave.

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A porca e a chave são impressas em 3D como uma peça só, em aço inoxidável resistente a ácidos e à corrosão.

No final, as peças são separadas, recebem um pequeno polimento e estão prontas para o uso. O design inclui também recursos de segurança para evitar a cópia ou clonagem da peça, como os dentes internos, que foram forjados em espaços desiguais que se alargam no fundo para evitar moldes de cera, pois o material se quebra ao ser puxado.

Tecnologia já está em uso

A empresa já usou essa tecnologia para criar peças do Ford GT e do Mustang GT500, além de itens especiais para carros de competição, como o coletor de admissão do Hoonitruck de Ken Block. Na linha de produção, a Ford usa a impressão 3D para criar ferramentas até 50% mais leves, que tornam as operações de montagem menos estressantes e ajudam a melhorar a qualidade dos produtos, além de equipamentos de segurança, como luvas de proteção.

Infelizmente sabemos que o Brasil não é o lugar mais seguro do mundo e para garantir a segurança de nossos bens, precisamos do auxilio de alguns acessórios. Um dos bens mais visados entre os ladrões, sem dúvidas são os veículos.

Com o passar do tempo, os carros foram apresentando novas tecnologias, que dificultam a vida de ladrões, entretanto com isso muito se focou em partes especificas dos veículos, como por exemplo as rodas.

Atualmente é possível comprar as chamadas “Porcas antifurto” que precisam de uma chave especial para ser aberta, mas a Ford decidiu melhorar esse acessório.

Com o auxilio de impressão 3D e utilizando a voz do dono do veiculo, a Ford desenvolveu uma porca antifurto que oferece ainda mais segurança, já que conta com um desenho exclusivo para cada motorista que a fizer. Utilizando uma gravação de no mínimo um segundo, é possível utilizar as ondas sonoras para criar o que será então o segredo de cada porca.

Com a intenção de evitar que utilizem outro material, para copiar então o segredo da porca; existem ranhuras internas que impossibilitam o uso de moldes feitos com cera; já que essas diferenças internas quebram o material no momento que for puxado.

A impressão é feita em aço inoxidável, com resistência a ácido e anticorrosivo, garantindo assim a durabilidade e juntamente com as porcas, é impresso a chave especial, isso no mesmo material.

Para que não fique algo menos profissional, ao finalizar a impressão todas as peças passam por um pequeno polimento, isso após separar a porca da chave.

O projeto foi feito em parceria com a empresa EOS, líder em soluções de prototipagem rápida e além de ser possível fazer o segredo da porca pela voz, o motorista pode solicitar desenhos como alguma letra ou o próprio logo da Ford.

A Ford vem se mostrando grande fã das impressões 3D e utilizando em outros projetos, como a criação de peças para o Mustang GT500. A empresa alega que um dos motivos dessa utilização é o fato que através da impressão 3D, é possível criar peças 50% mais leves.

O furto de rodas é um problema que assusta donos de carro do mundo todo. Pensando nisso, a Ford Europa está usando a impressão 3D para evitar essa situação desagradável e cara. A empresa desenvolveu uma tecnologia que permite personalizar as porcas de fixação, usando a voz do cliente ou detalhes do próprio veículo para criar um desenho único e extremamente difícil de copiar.

Desenho criado por voz

Junto com a EOS, empresa líder em soluções de prototipagem rápida, a Ford criou porcas de fixação com desenho baseado na voz do motorista – que assim como a íris e a impressão digital pode ser usada na identificação biométrica. Os engenheiros gravam a voz do motorista por no mínimo um segundo; dizendo algo como “eu dirijo um Ford Mustang”, e usam um software para converter essas ondas sonoras em um padrão físico. Este padrão então é transformado em um círculo e usado para desenhar o entalhe da porca e da chave.

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