Modelos climáticos da Terra ajudam cientistas a prever vida em outros planetas

Um supercomputador localizado no Center for Climate Simulation (NCCS), da NASA, é normalmente usado para executar modelos climáticos sofisticados para prever como será o clima na Terra no futuro. Apesar dessa tarefa específica, ele ganhou recentemente outra função: simular as possíveis condições climáticas e de habitabilidade em qualquer um dos mais de 4.000 exoplanetas já descobertos, aqueles que ficam além do Sistema Solar.

O supercomputador Discover tem 129.000 núcleos de processadores baseados em Linux e é capaz de realizar 6,8 de petaflops em operações por segundo. As simulações que ele processou mostraram não apenas que muitos desses planetas poderiam ser habitáveis, mas também evidências de que poderíamos repensar nossas próprias noções de “habitabilidade”.

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Ao contrário do que imaginávamos décadas atrás, existe uma diversidade muito grande de exoplanetas universo afora.

Enquanto alguns são pequenos como a Lua, outros são enormes, até maiores do que os gigantes gasosos da nossa vizinhança. Os exoplanetas rochosos, que se parecem com a Terra, são comumente encontrados na órbita de estrelas anãs vermelhas. E quando foram descobertos planetas dessa categoria dentro da chamada “zona habitável” de suas estrelas anfitriãs, houve um grande entusiasmo, mas ainda é difícil dizer se eles podem abrigar a vida como a conhecemos.

Se esses planetas podem ou não ser habitáveis depende de vários fatores, como a presença de uma atmosfera densa, uma magnetosfera e as químicas adequadas. Ainda não é possível ver esses mundos diretamente ou enviar sondas até eles, então os cientistas contam com modelos climáticos para ajudar na busca por exoplanetas “potencialmente habitáveis”.

Para Karl Stapelfeldt, principal pesquisador de exoplanetas da NASA, modelar o clima de outros planetas é essencial para o futuro da exploração espacial. “Os modelos fazem previsões específicas e testáveis do que deveríamos ver”, disse ele. “Isso é muito importante para projetar nossos futuros telescópios e observar estratégias”, completa.

Por anos, o trabalho de simulação climática envolvendo a Terra e outros planetas foi realizado por Anthony Del Genio; um cientista recém-aposentado do Instituto Goddard de Estudos Espaciais, na NASA. Um dos exoplanetas alvo de sua pesquisa foi o Proxima b; que orbita dentro da zona habitável da anã vermelha Proxima Centauri, a estrela mais próxima do Sol. Este mundo é aproximadamente do mesmo tamanho da Terra e pelo menos 1,3 vez maior.

Além disso, ele orbita sua estrela uma vez a cada 11,2 dias terrestres a uma distância de apenas 0,05 UA (5% da distância entre a Terra e o Sol).

A essa distância, é provável que o planeta esteja gravitacionalmente preso, ou seja; tenha sempre um lado exposto à radiação da estrela enquanto o outro está sempre na escuridão com temperaturas congelantes. Teoricamente, isso já diminui bastante as chances de que seja habitável.

No entanto, a equipe de Del Genio recentemente simulou mais uma vez possíveis climas do Proxima b para testar quantas vezes teriam como resultado um ambiente quente e úmido o suficiente para sustentar a vida. Curiosamente, as simulações mostraram que planetas como o Proxima b poderiam ser habitáveis, apesar de estarem travados em sua órbita.

Potencialmente habitável

Como você já deve ter suspeitado, a equipe de Del Genio usou o supercomputador Discover para executar um simulador planetário que eles mesmos desenvolveram, chamado ROCKE-3D. Este simulador é baseado em uma versão do modelo climático da Terra; desenvolvido na década de 1970 e atualizado para que ele pudesse simular climas em outros planetas. Para cada nova simulação, a equipe variou as possíveis condições no Proxima b para ver como isso afetaria seu clima.

Essas variações incluem o ajuste dos tipos e quantidades de gases de efeito estufa em sua atmosfera. Também foram alteradas a profundidade, tamanho e salinidade de seus oceanos, e a proporção de terra e água. A partir disso, eles puderam ver como as nuvens e os oceanos circulariam e como a radiação da estrela do planeta poderia interagir com a atmosfera e a superfície do Proxima b.

Assim, eles descobriram que a hipotética camada de nuvens do planeta atuaria como um escudo; desviando a radiação estelar da superfície e baixando a temperatura no lado iluminado. Além de ser um cenário favorável para a habitabilidade, é condizente com outra pesquisa realizada por cientistas da NASA que mostrou como o Proxima b pode formar nuvens tão grandes que cobrem o céu inteiro.

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Microsoft oferece US$ 20 mil para quem encontrar bugs na plataforma do Xbox

Remunerar programadores, ou usuários leigos, que consigam comprovar uma falha nativa em softwares, é uma prática comum na indústria.

E algumas companhias como a Microsoft, possuem programas de recompensas para os “caçadores de bugs”. A gigante de Redmond já faz isso com o Windows e agora lança uma tabela para as vulnerabilidades encontradas na rede e nos serviços da Xbox Live.

Uma brecha que permita a execução de códigos remotos, que é considerado o problema mais grave, pode dar até US$ 20 mil para quem encontrá-la. Já algo que resulte em adulteração varia entre US$ 1 mil e US$ 5 mil. O valor mais baixo que a Microsoft paga é para questões envolvendo negação de serviço, que fica entre US$ 500 e US$ 1 mil.

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É preciso enviar uma prova bem convincente

Segundo Chloé Brown, gerente de programas do Centro de Resposta de Segurança da Microsoft, os envios elegíveis de possíveis falhas devem incluir “uma prova de conceito clara e concisa”. Isso é necessário para demonstrar o impacto do bug e permitir que a equipe do Xbox reproduza a vulnerabilidade antes de corrigir o problema relatado.

A Microsoft proíbe e desqualifica automaticamente caçadores de bugs que tentem phishing ou engenharias sociais, além de usuários e engenheiros do Xbox que se aproveitem da vulnerabilidade para acessar ou baixar dados de usuários. Para saber mais detalhes sobre todas as regras, é só acessar o site Xbox Bounty Program.

O programa do Xbox agora entra na lista de outros semelhantes, que cobrem o Windows, o pacote Office, os navegadores Internet Explorer e Microsoft Edge, os serviços em nuvem, a tecnologia de virtualização Hyper-V e o software aberto de votação ElectionGuard.

Prêmios podem chegar a US$ 20 mil.

Nintendo e Sony também já pagam recompensas. Programa de recompensas de falhas da Microsoft oferece até US$ 250 mil por falha no Windows, mas não incluía o segmento dse jogos.

A Microsoft lançou um programa de recompensas de falhas para o Xbox; oferecendo até US$ 20 mil (cerca de R$ 84 mil) em prêmios para quem encontrar e demonstrar falhas no serviço de games.
As iniciativas de “bug bounty” (como são chamadas em inglês) têm o objetivo de atrair a atenção de pesquisadores de segurança para que falhas sejam descobertas e corrigidas de forma discreta, mantendo as falhas em segredo até a solução ser desenvolvida.
Dessa forma, as brechas são fechadas antes que criminosos possam explorá-las em fraudes.

A Microsoft já possuía um programa de recompensa para falhas em outros produtos; o do Windows, por exemplo, paga até US$ 250 mil —, mas o serviço de jogos não fazia parte da oferta.
Nintendo mira pirataria e Sony oferece camiseta
A Sony, a Nintendo e a Valve, que também atuam como provedores de serviços de jogos on-line ou na fabricação de hardware para jogos, já possuem programas de recompensas. No entanto, há uma grande variação no escopo dos programas e nos valores pagos.

Embora receba relatos de falhas, a Sony não dá prêmios em dinheiro.

A fabricante japonesa publica um agradecimento em uma página e envia camisetas aos participantes.
A Valve, que desenvolve a plataforma Steam, tem um teto para falhas graves de US$ 2 mil (cerca de R$ 8,4 mil), mas pode oferecer mais por falhas críticas. Essa possibilidade também existe no programa da Microsoft, que oferece US$ 20 mil.

A Nintendo não paga pela maioria das vulnerabilidades em seu serviço on-line, mas oferece os mesmos US$ 20 mil da Microsoft por deficiências que viabilizem a pirataria nos consoles 3DS e Switch.
No caso do programa da Microsoft, estão inclusas falhas nos serviços on-line da Xbox Live, mas estão excluídos o Xbox Game Pass e o serviço de streaming xCloud. O Mixer também ficou de fora.
As regras do programa podem ser consultadas na página da Microsoft. Os programas da Sony, da Valve e da Nintendo são gerenciadas pela hackerOne.

Prêmios podem chegar a US$ 20 mil. Nintendo e Sony também já pagam recompensas. Programa de recompensas de falhas da Microsoft oferece até US$ 250 mil por falha no Windows, mas não incluía o segmento dse jogos.

A Microsoft lançou um programa de recompensas de falhas para o Xbox; oferecendo até US$ 20 mil (cerca de R$ 84 mil) em prêmios para quem encontrar e demonstrar falhas no serviço de games.

As iniciativas de “bug bounty” (como são chamadas em inglês) têm o objetivo de atrair a atenção de pesquisadores de segurança para que falhas sejam descobertas e corrigidas de forma discreta, mantendo as falhas em segredo até a solução ser desenvolvida.

Dessa forma, as brechas são fechadas antes que criminosos possam explorá-las em fraudes.

A Microsoft já possuía um programa de recompensa para falhas em outros produtos — o do Windows, por exemplo, paga até US$ 250 mil —, mas o serviço de jogos não fazia parte da oferta.
Nintendo mira pirataria e Sony oferece camiseta
A Sony, a Nintendo e a Valve, que também atuam como provedores de serviços de jogos on-line ou na fabricação de hardware para jogos, já possuem programas de recompensas.

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Huawei instala estações 5G em três dias para ajudar na luta contra o coronavírus

O novo coronavírus vem amedrontando o mundo todo e, especialmente na China, todos os esforços de empresas, públicas e privadas, estão concentrados no isolamento da doença, no tratamento dos pacientes e, claro, no desenvolvimento de uma vacina. E, para que tudo isso possa ocorrer adequadamente, em nível emergencial, é necessário o envolvimento de todos os setores, inclusive o da tecnologia.

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Assim como outras gigantes, a Huawei vem auxiliando com doações e com sua especialidade, que é a infraestrutura para redes 5G.

A Huawei instalou, em tempo recorde, antenas 5G no Hospital Wuhan Vulcan Mountain — vale lembrar que a região de Wuhan é considerada o epicentro da doença. O projeto, realizado em parceria com a Hubei Mobile e a Hubei Unicom, teve início do dia 23 de janeiro e envolveu 150 trabalhadores. Os trabalhos incluíram planejamento, levantamento da obra, construção da rede, colocação de fibras ópticas, montagem de estações-base e efetivação, e foram concluídos em apenas três dias.

Além disso, a gigante asiática também estabeleceu uma equipe de proteção especial. Isso inclui pesquisa, desenvolvimento e fornecimento direto para garantir as operações normais do sistema de videoconferência da Hubei Health e o Medical Commission, sistema fundamental que serve como plataforma de consulta para a Comissão de Saúde de Hubei, a Comissão Nacional de Saúde e as equipes de saúde de outras localidades.

Com isso, as três principais operadoras da cidade da província de Hubei estabeleceram redes 5G perto do hospital, que assim conta com conectividades muito velozes para acessar e coletar dados, consultar outros casos, monitorar suspeitos e realizar outras tarefas.

Outras gigantes também colaboram

A ZTE e a China Telecom estabeleceram um centro de diagnóstico e atendimento remoto com 5G no hospital West China, na cidade de Sichuan, o que permite aos médicos examinar e indicar tratamento aos pacientes por vídeo. Os 27 hospitais que aceitam e tratam pacientes com suspeita de pneumonia pelo novo coronavírus serão conectados ao sistema, o que deve facilitar e agilizar os diagnósticos.

A Xiaomi já havia doado máscaras e suprimentos médicos para ajudar a população oriental e a Lenovo tem cedido equipamento de TI. Oppo, Huawei e Xiaomi também doaram pelo menos US$ 4 milhões e a Realme contribuiu com US$ 100 mil na verba para ajudar os infectados.

A Huawei anunciou a instalação de antenas de 5G para ajudar no combate ao coronavírus na China.

Os equipamentos estão em uma espécie de hospital de campanha em Wuhan, cidade que concentra maior número de infecções pelo vírus. O projeto segue o modelo implementado no centro médico em Xiaotangshan, erguido em apenas sete dias. Os esforços da empresa devem levar a redes ultravelozes para transmissão de dados, consultas remotas, monitoramento e outros serviços.

A gigante chinesa também destacou uma equipe emergencial capaz de atender solicitações da comunidade de Wuhan. A cidade entrou em quarentena após o registro de mais de 1.300 casos confirmados de contaminação. A gigante chinesa fechou parceria com as empresas Hubei Mobile e Hubei Unicom.

Com as novas estações 5G em Wuhan, a Huawei espera que a comunicação entre outros estados da China com a área em quarentena seja feita de maneira mais rápida e eficiente. A ideia é que consultas e monitoramento do quadro de saúde sejam realizados remotamente com suporte da nova conexão. Como os habitantes de Wuhan estão impossibilitados de sair da região; a medida amplia o fornecimento de serviços hospitalares; bem como o acompanhamento do avanço ou regresso do vírus.

A Huawei não foi a única empresa de tecnologia a ajudar no combate ao coronavírus.

Marcas como a Xiaomi e a Apple também estão empenhadas em retardar o avanço da doença. A Xiaomi chegou a enviar lotes com máscaras N95, máscaras médicas e termômetros para a região em quarentena. O montante da doação totaliza 300.000 yuans (cerca de R$ 182 mil em conversão direta).

Já a Apple não especificou a natureza das doações, mas de acordo com Tim Cook, presidente da empresa; a maçã fornece apoio para grupos táticos na intenção de ajudar as pessoas afetadas pelo vírus. A empresa americana também acompanha a evolução do surto que registrou dois casos nos Estados Unidos. O controle de doenças do país investiga mais 61 casos que podem ser diagnosticados como coronavírus.

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Como ver a aurora boreal pelo Google Maps

Protagonista de mitos e lendas dos povos antigos que viviam nos lugares onde acontece o fenômeno, o show colorido faz parte do sonho de muitos turistas no mundo todo. Se você é uma das pessoas que sonha um dia ver de pertinho a Aurora Boreal, dá uma olhada na lista dos países onde isso é possível!

O que é Aurora Boreal

Um dos espetáculos naturais mais bonitos e admirados do mundo, a Aurora Boreal encanta qualquer pessoa, com o jogo de luzes que ilumina e pinta o branco da neve nas regiões polares durante o inverno.

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A Aurora Boreal é um fenômeno da natureza que ocorre no polo norte da Terra. Ela resulta do impact dos ventos solares com o campo magnético do planeta. As luzes brilhantes é o que caracterizam essa manifestação da natureza.

1. Aurora Boreal na Noruega

No norte norueguês, a melhor cidade para assistir o espetáculo é Tromso. O céu fica iluminado no final do inverno e início da primavera, garantindo uma visão única, tanto que se tornou a principal atração turística da cidade.

2. Aurora Boreal na Escócia

A Escócia é o país perfeito para quem gosta de construções perdidas em meio a vales verdes. As paisagens também são pintadas pelas auroras boreais, principalmente na Ilha de Skye, nas terras altas do norte, e em Aberdeen. Para acompanhar o espetáculo, porém, é preciso ter sorte, afinal, as luzes aparecem apenas durante as noites claras do inverno escocês, o que é difícil de acontecer.

3. Aurora Boreal no Alasca

Embora o Alasca não seja um país, mas sim um estado norte americano, merece entrar nesta lista por ser um dos destinos mais tradicionais quando o objetivo é viajar para contemplar a aurora boreal, especialmente durante o inverno. O Parque Nacional de Denali é o melhor lugar para encontrar as melhores condições para visualizar o espetáculo.

4. Aurora Boreal na Suécia
Situado na região da Lapônia, o pequeno vilarejo de Abisko, com menos de 150 habitantes, costuma receber centenas de turistas fascinados pelo micro-clima típico do local que o torna o lugar perfeito para admirar diferentes auroras boreais. Durante a ‘alta temporada’, isto é, no inverno, o Parque Nacional de Abisko prepara atrações especiais para os visitantes.

5. Aurora Boreal na Finlândia

Em Luosto e em outras cidades no norte da Finlândia, o céu claro garante um dos melhores momentos diante do fenômeno. A região conta com serviços do Centro de Investigação de Auroras Boreais e muitos estabelecimentos recebem alertas assim que um novo espetáculo está prestes a começar. No lago Inari, um dos maiores do país, a beleza se intensifica, fascinando os turistas.

5. Aurora Boreal na Finlândia

Em Luosto e em outras cidades no norte da Finlândia, o céu claro garante um dos melhores momentos diante do fenômeno. A região conta com serviços do Centro de Investigação de Auroras Boreais e muitos estabelecimentos recebem alertas assim que um novo espetáculo está prestes a começar. No lago Inari, um dos maiores do país, a beleza se intensifica, fascinando os turistas.

6. Aurora Boreal na Rússia

O inverno russo é conhecido como um dos mais rigorosos e intensos do mundo. Mas, além das baixas temperaturas, a estação no país tem muito mais a oferecer. Em Kola, península acima do Círculo Polar Ártico, fica o destino mais procurado pelos turistas que querem ver a Aurora Boreal.

7. Aurora Boreal no Canadá

Graças ao seu tamanho e numerosas áreas naturais, o Canadá conta com diversas opções para acompanhar o show proporcionado pelas auroras boreais. No extremo norte de Quebec, fica os lugares favoritos dos turistas.

8. Aurora Boreal na Groenlândia

O paraíso dos aventureiros, a Groenlândia é também um dos cenários onde ocorre o fenômeno. As cidades que servem como parada para quem quer ver de perto o show de luzes da aurora boreal são Kulusuk e Ammassalik, no sul e no leste do país.

O que é aurora boreal? E aurora austral?

Aurora boreal é um fenômeno óptico visível na região polar do hemisfério norte, proporcionando um verdadeiro show de cores e formas que se movem no céu noturno. O fenômeno também acontece no polo sul, mas, neste caso, é chamado de aurora austral — sendo que ambos são auroras polares.

Esse brilho colorido que chamamos de aurora acontece como consequência da entrada de partículas elétricas, trazidas pelos ventos solares, na atmosfera superior da Terra, atraídas pelo campo magnético do planeta. Essas partículas, provenientes da coroa solar (a camada externa do Sol), podem ser elétrons e prótons, mas também podem ser subpartículas, como os neutrinos.

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Como jogar Uno no WhatsApp

Jogar Uno pelo WhatsApp virou mania no Brasil nos últimos dias. No Twitter, usuários repercutem um truque no aplicativo Figurinhas Memes Brasileiros – WAStickerApps para Android que permite reunir os amigos em um grupo para brincar à distância com stickers temáticos do game. Para isso, é preciso baixar um pacote de figurinhas compatível com o mensageiro e ter uma pessoa responsável por distribuir as figurinhas entre os jogadores, um tipo de “mesa”. Depois, basta usar as miniaturas no grupo uma a uma, de acordo com ordem pré-definida pelos participantes.

Sabemos que o WhatsApp

Que começou a receber o recurso Picture-in-picture no Android – é um dos mensageiros mais utilizados para espalhar fake news, e que aos poucos, ele tem sido contemplados com novidades que visam impedir que ele seja usado de maneira nociva bem como tornam a experiência de uso ainda mais interessante.

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É através dele que são baixadas as figurinhas – chamadas de stickers – em formato de cartas de Uno para WhatsApp. A configuração é bem simples e não leva muito tempo. Entretanto, a opção de jogar Uno pelo WhatsApp só está disponível para quem tem dispositivos Android no momento.

O Uno é um jogo de cartas bastante antigo.

Ele é muito fácil de jogar e requer duas ou mais pessoas. No entanto, para jogar Uno no WhatsApp, o recomendado é que haja uma terceira pessoa no grupo, que fique responsável pela distribuição das cartas.

As cartas coloridas com símbolos e números devem ser combinadas entre si. Funciona assim: a primeira carta é tirada do bolo e o jogador que vai começar a partida precisa colocar por cima um item de mesma cor ou símbolo, e assim sucessivamente.

Algumas cartas têm funções especiais, fazendo o próximo jogador “comprar” mais cartas, perder a vez, ou ainda inverter a ordem definida para que os jogadores coloquem suas cartas na mesa. É um jogo bastante dinâmico que termina quando um participante consegue ficar sem nenhuma carta nas mãos, sendo o vencedor da rodada.

Com a ajuda dos stickers, é possível criar grupos no WhatsApp para jogar Uno online com amigos e parentes. Veja a seguir o passo a passo para jogar Uno pelo WhatsApp!

Uma delas fica por conta, por exemplo, das figurinhas, que já se popularizaram entre os brasileiros, especialmente para uso de memes.

O que muita gente não sabe é que graças a elas novas possibilidades foram abertas no mensageiro como, por exemplo, jogar o nostálgico Uno com os amigos e família. Mas esse não é apenas o único jogo que podemos explorar no mensageiro, como mostraremos a seguir.

O Uno é um jogo de cartas cujo objetivo é ficar com as mãos vazias mais rápido que outros jogadores. Os participantes descartam em sequência, ao combinar cor, número ou símbolo da carta anterior. A diversão está nas penalidades aplicadas por algumas cartas: elas fazem o jogador seguinte acumular mais itens, deixar de jogar, entre outras punições para evitar que os adversários vençam. Veja como baixar as figuras do Uno no WhatsApp para Android e jogue virtualmente com os amigos.

Passo 1. Baixe o aplicativo Figurinhas Memes Brasileiros – WAStickerApps, disponível para o sistema operacional do Google.

Abra o app e procure pelos kits “Cartas do Uno” e toque no botão “+”, ao lado, para adicionar;

Passo 2. Em seguida, abra uma conversa do WhatsApp e acesse o painel de emojis do mensageiro.

Toque no menu de figurinhas para ver seus stickers em formato de cartas do Uno;

Passo 3. O usuário que tiver a função de “mesa” deve mandar um conjunto de figurinhas para um amigo no chat privado.

Depois, abra outra conversa e mande stickers diferentes para outra pessoa. Siga dessa maneira até completar o deck do Uno sem repetir cartas para os jogadores;

Passo 4. Em seguida, esse jogador “mesa” precisa criar um grupo com seus amigos e definir uma ordem de jogo, a combinar com os outros participantes. Depois, os adversários da partida precisam encaminhar os stickers ao grupo na sua vez, de acordo com as regras do Uno.

Os participantes que precisarem de cartas ao longo da partida, geralmente, recorrem ao jogador “mesa”. Porém, para evitar algum tipo de fraude e beneficiar pessoas específicas, o grupo deve definir algumas regras ou, ainda, propor outro tipo de dinâmica para esta etapa.

Pronto. Aproveite a dica e jogue Uno no WhatsApp a partir das figurinhas.

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