Microsoft oferece US$ 20 mil para quem encontrar bugs na plataforma do Xbox

Remunerar programadores, ou usuários leigos, que consigam comprovar uma falha nativa em softwares, é uma prática comum na indústria.

E algumas companhias como a Microsoft, possuem programas de recompensas para os “caçadores de bugs”. A gigante de Redmond já faz isso com o Windows e agora lança uma tabela para as vulnerabilidades encontradas na rede e nos serviços da Xbox Live.

Uma brecha que permita a execução de códigos remotos, que é considerado o problema mais grave, pode dar até US$ 20 mil para quem encontrá-la. Já algo que resulte em adulteração varia entre US$ 1 mil e US$ 5 mil. O valor mais baixo que a Microsoft paga é para questões envolvendo negação de serviço, que fica entre US$ 500 e US$ 1 mil.

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É preciso enviar uma prova bem convincente

Segundo Chloé Brown, gerente de programas do Centro de Resposta de Segurança da Microsoft, os envios elegíveis de possíveis falhas devem incluir “uma prova de conceito clara e concisa”. Isso é necessário para demonstrar o impacto do bug e permitir que a equipe do Xbox reproduza a vulnerabilidade antes de corrigir o problema relatado.

A Microsoft proíbe e desqualifica automaticamente caçadores de bugs que tentem phishing ou engenharias sociais, além de usuários e engenheiros do Xbox que se aproveitem da vulnerabilidade para acessar ou baixar dados de usuários. Para saber mais detalhes sobre todas as regras, é só acessar o site Xbox Bounty Program.

O programa do Xbox agora entra na lista de outros semelhantes, que cobrem o Windows, o pacote Office, os navegadores Internet Explorer e Microsoft Edge, os serviços em nuvem, a tecnologia de virtualização Hyper-V e o software aberto de votação ElectionGuard.

Prêmios podem chegar a US$ 20 mil.

Nintendo e Sony também já pagam recompensas. Programa de recompensas de falhas da Microsoft oferece até US$ 250 mil por falha no Windows, mas não incluía o segmento dse jogos.

A Microsoft lançou um programa de recompensas de falhas para o Xbox; oferecendo até US$ 20 mil (cerca de R$ 84 mil) em prêmios para quem encontrar e demonstrar falhas no serviço de games.
As iniciativas de “bug bounty” (como são chamadas em inglês) têm o objetivo de atrair a atenção de pesquisadores de segurança para que falhas sejam descobertas e corrigidas de forma discreta, mantendo as falhas em segredo até a solução ser desenvolvida.
Dessa forma, as brechas são fechadas antes que criminosos possam explorá-las em fraudes.

A Microsoft já possuía um programa de recompensa para falhas em outros produtos; o do Windows, por exemplo, paga até US$ 250 mil —, mas o serviço de jogos não fazia parte da oferta.
Nintendo mira pirataria e Sony oferece camiseta
A Sony, a Nintendo e a Valve, que também atuam como provedores de serviços de jogos on-line ou na fabricação de hardware para jogos, já possuem programas de recompensas. No entanto, há uma grande variação no escopo dos programas e nos valores pagos.

Embora receba relatos de falhas, a Sony não dá prêmios em dinheiro.

A fabricante japonesa publica um agradecimento em uma página e envia camisetas aos participantes.
A Valve, que desenvolve a plataforma Steam, tem um teto para falhas graves de US$ 2 mil (cerca de R$ 8,4 mil), mas pode oferecer mais por falhas críticas. Essa possibilidade também existe no programa da Microsoft, que oferece US$ 20 mil.

A Nintendo não paga pela maioria das vulnerabilidades em seu serviço on-line, mas oferece os mesmos US$ 20 mil da Microsoft por deficiências que viabilizem a pirataria nos consoles 3DS e Switch.
No caso do programa da Microsoft, estão inclusas falhas nos serviços on-line da Xbox Live, mas estão excluídos o Xbox Game Pass e o serviço de streaming xCloud. O Mixer também ficou de fora.
As regras do programa podem ser consultadas na página da Microsoft. Os programas da Sony, da Valve e da Nintendo são gerenciadas pela hackerOne.

Prêmios podem chegar a US$ 20 mil. Nintendo e Sony também já pagam recompensas. Programa de recompensas de falhas da Microsoft oferece até US$ 250 mil por falha no Windows, mas não incluía o segmento dse jogos.

A Microsoft lançou um programa de recompensas de falhas para o Xbox; oferecendo até US$ 20 mil (cerca de R$ 84 mil) em prêmios para quem encontrar e demonstrar falhas no serviço de games.

As iniciativas de “bug bounty” (como são chamadas em inglês) têm o objetivo de atrair a atenção de pesquisadores de segurança para que falhas sejam descobertas e corrigidas de forma discreta, mantendo as falhas em segredo até a solução ser desenvolvida.

Dessa forma, as brechas são fechadas antes que criminosos possam explorá-las em fraudes.

A Microsoft já possuía um programa de recompensa para falhas em outros produtos — o do Windows, por exemplo, paga até US$ 250 mil —, mas o serviço de jogos não fazia parte da oferta.
Nintendo mira pirataria e Sony oferece camiseta
A Sony, a Nintendo e a Valve, que também atuam como provedores de serviços de jogos on-line ou na fabricação de hardware para jogos, já possuem programas de recompensas.

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Buscas do Google mostram alerta de SOS para o coronavírus

CATEGORIA: Destaques

A Google está acionou o alerta de SOS para o seu mecanismo de buscas para o coronavírus. A função só é utilizada para ajudar pessoas em casos de grandes catástrofes mundiais. Com isso, uma nova barra é apresentada, dentro da qual um usuário pode encontrar informações precisas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dicas de sobrevivência.

A companhia enviou comunicado pelo Twitter sobre a decisão: “Hoje, estamos lançando um alerta de SOS para pesquisas do Google relacionadas ao novo coronavírus de 2019. Fazemos isso regularmente para eventos críticos em todo mundo onde a segurança pública possa estar em risco”, disse a empresa.

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O alerta vem com a possibilidade de compartilhamento para facilitar a disseminação de informações.

O Google direciona o usuário para páginas da OMS relacionadas à explicações oficiais sobre o vírus, além de possíveis dúvidas.

Segundo a Google, tal alerta é atualizado na medida em que novas informações são disseminadas, sendo que somente os dados oficiais são destacados. Também não são todas as regiões que podem ter acesso à funcionalidade, dedicada somente a áreas de risco como os países asiáticos. A busca aqui em território brasileiro não entrega o recurso, por exemplo.

A empresa tem trabalhado para ajudar a combater o novo vírus, que já se espalhou mundialmente com mais de 200 mortas até o momento. A Google anunciou diretamente a doação de US$ 250 mil para a Cruz Vermelha, sendo que já levantou US$ 800 mil entre seus funcionários para ajudar as vítimas.

Com epicentro em Wuhan, o coronavírus foi descoberto no final do ano passado e já se transformou em problema de saúde em todo mundo devido sua capacidade de transmissão pelo ar. Por conta disso, a Google interditou escritórios na China, Hong Kong e Taiwan até segunda ordem.

O Google é a maior ferramenta de procura por informações no mundo e, por isso, essencial para disseminar as informações sobre o coronavírus.

Por conta disso, a empresa ativou um alerta SOS para a doença, com a finalidade de disponibilizar as principais notícias e recursos mais rapidamente.

Uma busca por “coronavírus” ou uma consulta relacionada vai resultar em uma card branco, observando o Alerta SOS, e a capacidade de compartilhar diretamente. Abaixo disso, uma caixa com as “Principais histórias” e depois as “Atualizações locais”, com publicações relevantes do Twitter. O Google vai “atualizar com mais informações, conforme necessário e relevante”. O alerta espera tornar “recursos sobre o coronavírus facilmente acessíveis”.

O recurso está disponível tanto para a versão web quanto para dispositivos móveis, e costuma ser usado durante eventos de crise “nos quais a segurança pública pode estar em risco”, incluindo incidentes naturais e humanos.

Google, Facebook, Instagram, Twitter e YouTube vêm anunciando novas providências para conter a propagação de notícias falsas sobre o coronavírus.

O objetivo é atacar o crescente número de fake news relacionadas à prevenção da doença, incluindo falsos comunicados governamentais, além de teorias da conspiração acerca da origem do surto na China. As empresas revelaram as medidas depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o novo vírus representa emergência de saúde pública de interesse internacional. Veja, a seguir, como cada plataforma vai lidar com os casos de desinformação na Internet.

Facebook e Instagram

Serão excluídos do Facebook e do Instagram os posts sobre coronavírus com potencial de causar danos à saúde do usuário. Também serão tratadas dessa maneira as publicações que espalham teorias da conspiração envolvendo a origem do vírus.

A medida vai contra a política usual da empresa para lidar com notícias falsas em suas plataformas. Até então, publicações checadas por agências parceiras poderiam apenas perder o impulsionamento e ganhar um selo avisando se tratar de mentira ou distorção. Foi assim que o site lidou, por exemplo, com campanhas de movimentos antivacina que ocorreram recentemente no Paquistão.

A empresa de Mark Zuckerberg, no entanto, não divulgou planos semelhantes voltados para o WhatsApp, que é visto como vetor frequente de campanhas de desinformação. O Facebook aponta a criptografia de ponta-a-ponta como entrave para evitar fake news e vem recorrendo a funções que restringem o encaminhamento de mensagens para conter a distribuição de correntes com informações falsas.

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Serviço que aumenta número de seguidores no Instagram vaza senhas de usuários

Muito comuns, as empresas que fornecem o serviço de impulsionamento de seguidores nas redes sociais vira e mexe estão nos noticiários de tecnologia e; na maioria das vezes, com notícias envolvendo falhas de segurança e vazamentos. A bola da vez é a Social Captain, uma startup que faz esse trabalho no Instagram e que teve senhas de usuários que se cadastraram na plataforma vazadas nesta semana.

De acordo com apuração dos nossos dados, a Social Captain estava armazenando as senhas de contas vinculadas do Instagram em texto sem criptografia. Qualquer usuário que visualizasse o código-fonte da página da web por meio do seu perfil na plataforma poderia ver estes detalhes, bastando estar logado.

Para piorar as coisas, um bug no site permitia que qualquer pessoa acessasse o perfil de todos os usuários do Social Captain sem precisar fazer login. Para isso, bastava conectar o ID da conta exclusiva do usuário ao endereço da empresa para garantir o acesso à conta do Social Captain e às credenciais de login do Instagram. Isso acontecia, também, porque essas identificações possuem números sequenciais, o que aumentou, claro, a vulnerabilidade.

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Um pesquisador de segurança, que pediu para não ser identificado, alertou o TechCrunch sobre a vulnerabilidade e forneceu uma planilha com cerca de 10 mil contas que vazaram. Este arquivo continha cerca de 4.700 conjuntos completos de nomes de usuário e senhas do Instagram, com o restante dos registros contendo apenas o nome e o email. Além disso, era possível saber se os perfis eram de teste (gratuito) ou premium (pago). Nas contas pagas, que somaram 70, era possível ver, inclusive, os endereços de cobrança.

Problema ainda persiste

De acordo com o pessoal do TechCrunch, mesmo após a empresa ter dito que o problema havia sido sanado; era possível acessar senhas e outras informações das contas por meio do código-fonte da web. O acesso direto a esses perfis, porém, não era mais possível.

Como relatar um problema no Instagram

“As primeiras análises indicam que o problema apareceu nas últimas semanas porque o terminal destinado a facilitar a integração com um serviço de email de terceiros ficou temporariamente acessível sem autenticação baseada em token. Assim que finalizarmos a investigação interna, alertaremos os usuários que podem ter sido afetados no caso de uma violação; e solicitaremos que eles atualizem as combinações de nome de usuário e senha associadas”; disse Anthony Rogers, diretor-executivo da Social Captain, sem mencionar quanto tempo essa investigação demorará.

O Instagram, por sua vez, disse que o serviço violou seus termos de serviço ao armazenar incorretamente credenciais de login.

“Estamos investigando e tomaremos as medidas apropriadas. Nós encorajamos as pessoas a nunca fornecerem suas senhas a alguém que não conhecem ou confiam”, disse um porta-voz do Instagram, em comunicado.

O Instagram está removendo curtidas, seguidores e comentários de perfis falsos gerados por aplicativos terceiros que prometem aumentar a popularidade dos usuários. A rede social criou uma ferramenta de machine learning capaz de reconhecer esse tipo de serviço e deletar as atividades identificadas como “não autênticas”. Com isso, usuários que usam apps para ganhar likes e follows podem ver a redução de seus números na rede social.

Como responder perguntas do Instagram com foto

“Esse tipo de comportamento é ruim para a comunidade, e os apps terceiros que geram likes, follows e comentários; inautênticos violam nossas Diretrizes da comunidade e os Termos de uso”; explicou a plataforma em comunicado oficial nesta segunda-feira (19).

A rede social esclareceu também que os usuários que forem apontados pelo sistema como utilizadores desses apps pra ganhar likes e follows receberão uma mensagem explicando que curtidas, seguidores e comentários de perfis não verdadeiros foram removidos de sua conta. “Se você receber uma mensagem no aplicativo, basta alterar sua senha para revogar o acesso deles à sua conta”, alerta o Instagram. Isso porque pessoas que usam esse tipo de aplicativo podem acabar compartilhando; sem saber, seus dados de acesso e tendo seus perfis utilizados para realizar atividades falsas em páginas de outros usuários.

O comunicado deixou claro que quem continuar usando programas do gênero para aumentar o público na rede social pode ter a experiência na plataforma impactada, mas não explicou como. O Instagram informou ainda que essa é apenas o primeiro de uma série de passos que visam manter o serviço como fonte de relações autênticas e que; nas próximas semanas, serão disponibilizadas novas atualizações a fim de combater atividades falsas.

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Coronavírus aumenta o interesse das pessoas pelo filme Contágio

Com a preocupação crescente sobre a proliferação do Coronavírus, pessoas de todos os lugares do mundo estão prestando atenção em seus celulares para saber se a doença já chegou às regiões próximas de onde mora. Mas o interesse pela doença também está “transbordando” para outras áreas.Um filme dirigido por Steven Soderbergh e lançado há nove anos parece ter despertado o interesse do público novamente.

Desde a semana passada, o filme Contágio está entre os 10 mais vistos na plataforma iTunes (e no momento em que este texto foi escrito, entre os 20 mais vistos no Google Play), algo que pode ser considerado um marco para um filme que não é estreia.

No enredo, Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) retorna ao Estado de Minnesota (Estados Unidos) após uma viagem de negócios em Hong Kong e começa a se sentir mal. Emhoff atribui seus sintomas ao fuso horário.

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No entanto, dois dias depois ela morre, sem que os médicos encontrem a causa. Logo depois, outras pessoas começam a manifestar os mesmos sintomas e, logo, é desencadeada uma pandemia que as autoridades de saúde tentam conter.

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Em menos de um mês, o número de mortos na história chega a 2,5 milhões nos EUA e 26 milhões em todo o mundo.

Se você ainda não viu o filme, lendo a trama — ou apenas assistindo ao trailer — já entende de onde veio o interesse atual pelo filme, que recebeu boas críticas quando foi lançado em 2011: coincide com o novo surto de um coronavírus na China, também chamado de “pneumonia de Wuhan”.

Até esta quinta-feira (06), haviam sido registrados 28.347 casos em todo o mundo e 565 mortes, a maioria na China.

Por isso, Contágio acabou chamando tanta atenção.

“Aprendendo como sobreviver a esse coronavírus de Wuhan, na China”, diz um usuário do YouTube na seção de comentários abaixo do trailer, visto por mais de 10.116.370 pessoas.

“Lembro-me de ver no cinema e pensar ‘isso pode realmente acontecer’. Nove anos depois…”, diz outro.

“Eu nunca pensei que este filme se tornaria realidade em Wuhan, China. Agora, está se espalhando por todo o mundo”, diz outro usuário que viu o filme novamente cinco dias atrás.

No momento de seu lançamento, alguns especialistas elogiaram a maneira como o filme refletia a situação de uma pandemia.

Os surtos de vírus são uma ameaça crescente no século 21, disse o epidemiologista Ian Lipkin, que prestou assessoria ao diretor Soderbergh, ao jornal The Guardian em 2011.

Isso se deve, acrescentou, ao aumento do comércio e viagens internacionais, urbanização, perda de habitats da fauna silvestre e investimento inadequado em infraestrutura para vigilância sanitária, produção e distribuição de vacinas.

Mas o que a realidade do coronavírus chinês realmente tem em comum com a ficção do filme de Soderbergh?

Semelhanças e diferenças

Um tema comum é que ambos os vírus se originam na China e os morcegos parecem desempenhar um papel preponderante.

No filme, Emhoff (que se torna a paciente zero da doença fictícia chamada MEV-1) é infectada com o vírus quando troca um aperto de mão com um chef em Hong Kong, que preparou um porco que tinha sido mordido por um morcego infectado.

Na realidade, a origem, embora haja suspeitas, não está confirmada.

Especialistas da Organização Mundial da Saúde apontam que é muito provável que o novo coronavírus venha de morcegos. Eles estimam que ele teve que pular primeiro para um grupo de animais não identificado antes de poder infectar humanos.

Estima-se que os vírus por trás da Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e da Mers (Síndrome Respiratória no Oriente Médio); por exemplo, também tenham se originado em morcegos; mas foram disseminados para gatos e dromedários, antes de serem transmitidos aos seres humanos.

Cidade fantasma

Imagens de cidades em quarentena, aeroportos fechados, profissionais de saúde com trajes especiais, pessoas com máscaras, cidades vazias, lojas fechadas…

Essas imagens são repetidas tanto no filme quanto na cidade central chinesa de Wuhan, onde o surto se originou

No filme, entretanto, a doença rapidamente se torna uma pandemia — termo reservado para uma doença infecciosa que ameaça muitas pessoas simultaneamente em todo o mundo —, o que ainda não é o caso do novo coronavírus da China, não é assim. Pelo menos a Organização Mundial da Saúde até agora não mudou sua classificação de surto.

Embora mais de 20 países tenham relatado casos, até o momento não há casos confirmados na África ou na América Latina.

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Huawei instala estações 5G em três dias para ajudar na luta contra o coronavírus

O novo coronavírus vem amedrontando o mundo todo e, especialmente na China, todos os esforços de empresas, públicas e privadas, estão concentrados no isolamento da doença, no tratamento dos pacientes e, claro, no desenvolvimento de uma vacina. E, para que tudo isso possa ocorrer adequadamente, em nível emergencial, é necessário o envolvimento de todos os setores, inclusive o da tecnologia.

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Assim como outras gigantes, a Huawei vem auxiliando com doações e com sua especialidade, que é a infraestrutura para redes 5G.

A Huawei instalou, em tempo recorde, antenas 5G no Hospital Wuhan Vulcan Mountain — vale lembrar que a região de Wuhan é considerada o epicentro da doença. O projeto, realizado em parceria com a Hubei Mobile e a Hubei Unicom, teve início do dia 23 de janeiro e envolveu 150 trabalhadores. Os trabalhos incluíram planejamento, levantamento da obra, construção da rede, colocação de fibras ópticas, montagem de estações-base e efetivação, e foram concluídos em apenas três dias.

Além disso, a gigante asiática também estabeleceu uma equipe de proteção especial. Isso inclui pesquisa, desenvolvimento e fornecimento direto para garantir as operações normais do sistema de videoconferência da Hubei Health e o Medical Commission, sistema fundamental que serve como plataforma de consulta para a Comissão de Saúde de Hubei, a Comissão Nacional de Saúde e as equipes de saúde de outras localidades.

Com isso, as três principais operadoras da cidade da província de Hubei estabeleceram redes 5G perto do hospital, que assim conta com conectividades muito velozes para acessar e coletar dados, consultar outros casos, monitorar suspeitos e realizar outras tarefas.

Outras gigantes também colaboram

A ZTE e a China Telecom estabeleceram um centro de diagnóstico e atendimento remoto com 5G no hospital West China, na cidade de Sichuan, o que permite aos médicos examinar e indicar tratamento aos pacientes por vídeo. Os 27 hospitais que aceitam e tratam pacientes com suspeita de pneumonia pelo novo coronavírus serão conectados ao sistema, o que deve facilitar e agilizar os diagnósticos.

A Xiaomi já havia doado máscaras e suprimentos médicos para ajudar a população oriental e a Lenovo tem cedido equipamento de TI. Oppo, Huawei e Xiaomi também doaram pelo menos US$ 4 milhões e a Realme contribuiu com US$ 100 mil na verba para ajudar os infectados.

A Huawei anunciou a instalação de antenas de 5G para ajudar no combate ao coronavírus na China.

Os equipamentos estão em uma espécie de hospital de campanha em Wuhan, cidade que concentra maior número de infecções pelo vírus. O projeto segue o modelo implementado no centro médico em Xiaotangshan, erguido em apenas sete dias. Os esforços da empresa devem levar a redes ultravelozes para transmissão de dados, consultas remotas, monitoramento e outros serviços.

A gigante chinesa também destacou uma equipe emergencial capaz de atender solicitações da comunidade de Wuhan. A cidade entrou em quarentena após o registro de mais de 1.300 casos confirmados de contaminação. A gigante chinesa fechou parceria com as empresas Hubei Mobile e Hubei Unicom.

Com as novas estações 5G em Wuhan, a Huawei espera que a comunicação entre outros estados da China com a área em quarentena seja feita de maneira mais rápida e eficiente. A ideia é que consultas e monitoramento do quadro de saúde sejam realizados remotamente com suporte da nova conexão. Como os habitantes de Wuhan estão impossibilitados de sair da região; a medida amplia o fornecimento de serviços hospitalares; bem como o acompanhamento do avanço ou regresso do vírus.

A Huawei não foi a única empresa de tecnologia a ajudar no combate ao coronavírus.

Marcas como a Xiaomi e a Apple também estão empenhadas em retardar o avanço da doença. A Xiaomi chegou a enviar lotes com máscaras N95, máscaras médicas e termômetros para a região em quarentena. O montante da doação totaliza 300.000 yuans (cerca de R$ 182 mil em conversão direta).

Já a Apple não especificou a natureza das doações, mas de acordo com Tim Cook, presidente da empresa; a maçã fornece apoio para grupos táticos na intenção de ajudar as pessoas afetadas pelo vírus. A empresa americana também acompanha a evolução do surto que registrou dois casos nos Estados Unidos. O controle de doenças do país investiga mais 61 casos que podem ser diagnosticados como coronavírus.

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Satélite que vai observar alterações climáticas recebe nome de cientista da NASA

O satélite Sentinel-6A foi renomeado para homenagear o cientista da NASA Dr. Michael H. Freilich, que se aposentou no começo do ano passado depois de 12 anos de contribuições como diretor da divisão de ciências da Terra na agência espacial dos Estados Unidos. O objeto, que ainda será lançado, agora recebe o nome oficial de Sentinel-6 Michael Freilich.

A missão será realizada em conjunto entre a NASA e a ESA, além da Comissão Europeia, a Organização Europeia pela Exploração de Satélites Meteorológicos (EUMETSAT, na sigla em inglês) e a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA). De acordo com o diretor de programas de observação terrestre, Josef Aschbacher, a missão deve mostrar o que NASA e ESA podem realizar quando atuam juntas.

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O objetivo do satélite é fornecer medições da subida do nível do mar e previsões climáticas, além de promover gestão sustentável dos recursos oceânicos, gestão costeira e proteção ambiental. O instrumento possui um altímetro de radar para observar as mudanças anuais no nível do mar com precisão milimétrica. Também pode fazer medições da velocidade do vento na superfície, estado do mar e correntes oceânicas.

O lançamento do Sentinel-6 Michael Freilich está programado para novembro de 2020, da Base da Força Aérea Vandenberg, na Califórnia.

“Nossa sugestão de renomear o satélite para Sentinel-6 Michael Freilich é uma demonstração de como estamos gratos a Mike. Sem ele, essa missão como será realizada não seria possível”, disse Aschbacher.

O cientista foi responsável por revitalizar a frota de satélites observadores da Terra. Freilich também comandou 16 missões e lançamentos instrumentais com sucesso, além de oito lançamentos de satélites menores, incluindo alguns do tipo CubeSat. Antes de trabalhar na NASA, foi professor e decano associado na Oregon State University’s College. Também realizou pesquisas no Jet Propulsion Laboratory.

Falar de lasers e espaço na mesma frase será suficiente para fazer imaginar loucas batalhas espaciais como as que vemos em filmes como o Star Wars, mas desta vez a utilização de lasers é para fins científicos, bem mais pacíficos.

Os dois satélites GRACE-FO, ou Gravity Recovery and Climate Experiment Follow-On; que têm por missão observar alterações climáticas e a gravidade do nosso planeta, ligaram os seus lasers pela primeira vez.

Os lasers do duo de satélites estão a ser usados para monitorizar com precisão a distância entre si; de uma forma que superará a precisão obtida pelo sistema de micro-ondas utilizado na actual anterior de satélites.

A missão dos dois satélites é recolher dados para rastrear o movimento de massas líquidas de água, gelo e terra; criando mapas mensais das mudanças do campo gravitacional da Terra; dando continuidade ao registo climático estabelecido pela missão GRACE original (2002-2017).

Também um projecto conjunto entre os Estados Unidos e a Alemanha.

Segundo a NASA, a primeira missão GRACE deu aos cientistas um conjunto valioso de dados sobre a retracção permanente da massa de gelo na Antártida e na Gronelândia, gerando informação que foi usada em milhares de artigos científicos.

A nova tecnologia de medição de posicionamento, chamada Laser Ranging Interferometer, foi desenvolvida em colaboração entre o Jet Propulsion Laboratory da NASA, em Pasadena, e o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências, em Potsdam, Berlim. Os dois satélites foram lançados a 22 de maio por um foguetão Falcon 9, da SpaceX.

“O LRI é um avanço na precisão da medição de distâncias no espaço”, disse ao site da NASA o director da; Missão LRI, Kirk McKenzie, investigador do Jet Propulsion Laboratory da agência espacial norte-americana.

“Este é o primeiro interferómetro laser a funcionar entre dois veículos espaciais e o culminar de 10 anos de investigação”.

Poderá não parecer difícil, mas tentar apontar um laser para um alvo do tamanho de uma moeda a 220 quilómetros de distância levanta inúmeras dificuldades, que a NASA teve que superar para poder implementar um sistema deste tipo.

Resta apenas esperar que esta tecnologia nunca seja adaptada a fins militares… pois ninguém gostaria de levar com um raio laser na cabeça vindo com grande precisão de uma arma a mais de 200km de distância.

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Como relatar um problema no Instagram

Você está tendo algum problema com a sua conta do Instagram? Em primeiro lugar, vá até a Central de Ajuda da plataforma. Por lá, é possível acessar listas com as dúvidas mais frequentes. Assim, é possível que você consiga resolver seu problema sem precisar entrar em contato com a equipe de suporte do Instagram.

O Instagram não possui um serviço de suporte muito aberto ao público. Por isso, vamos te mostrar neste artigo as melhores maneiras de conseguir entrar em contato com eles e relatar seu problema ou erro.

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Como a maioria das empresas focadas em internet, o Instagram não disponibiliza um número de suporte via telefone.

E suporte por email? Também não é um contato possível. A maneira que eles utilizam para a comunicarem é pela Central de Ajuda ou quando o usuário consegue chamar a atenção da plataforma pelas redes sociais, como Facebook e Twitter.

Pelo aplicativo do Instagram

Se você consegue logar seu perfil no Instagram, e precisa relatar um problema técnico, é possível entrar em contato pelo próprio aplicativo. Basta seguir esses passos:

Vá até seu perfil e deslize a tela para o lado esquerdo;
Selecione a opção Configurações, Suporte e em seguida Reportar um problema;
Toque em “Algo não está funcionando” e explique o problema que você está tendo com o máximo de detalhes possível.
Você receberá uma mensagem automática, confirmando o acesso ao perfil ou pedindo documentos que comprovem os dados. Não existe um tempo pré definido para a resposta do suporte, mas a comunicação acontece sempre pelo email cadastrado.

Pelo Facebook

No caso de você não ter acesso ao seu perfil do Instagram, a única maneira é pela “Ajuda Para Desktop” do Facebook. Se sua conta foi desativada por motivos que você desconhece, basta acessar o link e preencher o formulário (como na foto abaixo) e o problema será investigado pela equipe de suporte do Instagram.

Redes Sociais e suporte do Instagram

Como boa empresa focada em internet, as redes sociais não poderiam ficar de fora. Esta parece ser a maneira mais efetiva de enviar mensagens diretas ao suporte do Instagram, visto que não tem e-mail nem telefone de suporte. A primeira opção é por mensagem direta no perfil oficial do Instagram.

A segunda opção é por meio do Twitter, marcando a empresa e descrevendo seu problema eles te ajudarão, de alguma forma, a resolver o problema em questão.

Reclame aqui

Atualmente, a forma mais eficaz de obter respostas do Instagram é pelo Reclame Aqui. Só pra você ter uma ideia, no momento em que escrevemos esse artigo, a rede social tem uma taxa de resposta de 99,9% no site.

E não é por acaso: pega muito mal pra qualquer empresa ter uma baixa avaliação no site, que serve como um fórum de reclamações sobre atendimento, compra, produtos e serviços das empresas que funcionam no Brasil. Nesse caso, os brasileiros saem na frente. Afinal, esse parece ser o único canal que o Instagram se faz presente com regularidade.

Para enviar uma reclamação, basta entrar no link do Instagram no Reclame Aqui e clicar no botão Reclamar, que fica no canto direito. Descreva seu problema detalhadamente e, se possível, insira uma imagem. Pronto! Agora é só esperar.

A resposta costuma chegar dentro de uma semana.

Você será avisado por e-mail juntamente com a resposta que receberá diretamente no Reclame Aqui.

Dica: antes de deixar a sua reclamação, faça uma busca no Reclame Aqui para saber se essa dúvida já foi respondida pelo próprio Instagram. Assim, você consegue resolver o problema rapidamente, sem precisar esperar uma resposta.

Se algum dia você precisou entrar em contato com o suporte do Instagram, é bem provável que tenha morrido na praia. Assim como qualquer empresa que presta serviços gratuitos pra mais de 1 bilhão de usuários, a rede social parece não dar conta de todas as demandas que surgem diariamente.

Sem um serviço de suporte 100% disponível e aberto, muitos usuários que enfrentam problemas sérios (como bloqueios por spam ou até mesmo contas invadidas e suspensas) podem passar meses sem saber a melhor maneira de proceder.

Mas nem tudo precisa de desespero! Nesse artigo, vamos te mostrar que há sim algumas formas fáceis de entrar em contato com o Instagram, principalmente se você for brasileiro. Continua lendo pra entender!

Já tentou a Central de Ajuda?

Eu sei, eu sei. Manter uma conversa via chat ou telefone é muito mais fácil do que procurar respostas em textos. Mas a verdade é que, muitas vezes, buscar soluções na Central de Ajuda pode resolver seu problema ainda mais rápido do que tentar um contato com o Instagram.

Acesse o link e digite um termo correspondente à sua dúvida na barra de pesquisa ou navegue pelos menus ao lado esquerdo. As chances de sua pergunta já estar respondida são altas e os textos são super bem explicados. Vale a tentativa!

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Como ver a aurora boreal pelo Google Maps

Protagonista de mitos e lendas dos povos antigos que viviam nos lugares onde acontece o fenômeno, o show colorido faz parte do sonho de muitos turistas no mundo todo. Se você é uma das pessoas que sonha um dia ver de pertinho a Aurora Boreal, dá uma olhada na lista dos países onde isso é possível!

O que é Aurora Boreal

Um dos espetáculos naturais mais bonitos e admirados do mundo, a Aurora Boreal encanta qualquer pessoa, com o jogo de luzes que ilumina e pinta o branco da neve nas regiões polares durante o inverno.

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A Aurora Boreal é um fenômeno da natureza que ocorre no polo norte da Terra. Ela resulta do impact dos ventos solares com o campo magnético do planeta. As luzes brilhantes é o que caracterizam essa manifestação da natureza.

1. Aurora Boreal na Noruega

No norte norueguês, a melhor cidade para assistir o espetáculo é Tromso. O céu fica iluminado no final do inverno e início da primavera, garantindo uma visão única, tanto que se tornou a principal atração turística da cidade.

2. Aurora Boreal na Escócia

A Escócia é o país perfeito para quem gosta de construções perdidas em meio a vales verdes. As paisagens também são pintadas pelas auroras boreais, principalmente na Ilha de Skye, nas terras altas do norte, e em Aberdeen. Para acompanhar o espetáculo, porém, é preciso ter sorte, afinal, as luzes aparecem apenas durante as noites claras do inverno escocês, o que é difícil de acontecer.

3. Aurora Boreal no Alasca

Embora o Alasca não seja um país, mas sim um estado norte americano, merece entrar nesta lista por ser um dos destinos mais tradicionais quando o objetivo é viajar para contemplar a aurora boreal, especialmente durante o inverno. O Parque Nacional de Denali é o melhor lugar para encontrar as melhores condições para visualizar o espetáculo.

4. Aurora Boreal na Suécia
Situado na região da Lapônia, o pequeno vilarejo de Abisko, com menos de 150 habitantes, costuma receber centenas de turistas fascinados pelo micro-clima típico do local que o torna o lugar perfeito para admirar diferentes auroras boreais. Durante a ‘alta temporada’, isto é, no inverno, o Parque Nacional de Abisko prepara atrações especiais para os visitantes.

5. Aurora Boreal na Finlândia

Em Luosto e em outras cidades no norte da Finlândia, o céu claro garante um dos melhores momentos diante do fenômeno. A região conta com serviços do Centro de Investigação de Auroras Boreais e muitos estabelecimentos recebem alertas assim que um novo espetáculo está prestes a começar. No lago Inari, um dos maiores do país, a beleza se intensifica, fascinando os turistas.

5. Aurora Boreal na Finlândia

Em Luosto e em outras cidades no norte da Finlândia, o céu claro garante um dos melhores momentos diante do fenômeno. A região conta com serviços do Centro de Investigação de Auroras Boreais e muitos estabelecimentos recebem alertas assim que um novo espetáculo está prestes a começar. No lago Inari, um dos maiores do país, a beleza se intensifica, fascinando os turistas.

6. Aurora Boreal na Rússia

O inverno russo é conhecido como um dos mais rigorosos e intensos do mundo. Mas, além das baixas temperaturas, a estação no país tem muito mais a oferecer. Em Kola, península acima do Círculo Polar Ártico, fica o destino mais procurado pelos turistas que querem ver a Aurora Boreal.

7. Aurora Boreal no Canadá

Graças ao seu tamanho e numerosas áreas naturais, o Canadá conta com diversas opções para acompanhar o show proporcionado pelas auroras boreais. No extremo norte de Quebec, fica os lugares favoritos dos turistas.

8. Aurora Boreal na Groenlândia

O paraíso dos aventureiros, a Groenlândia é também um dos cenários onde ocorre o fenômeno. As cidades que servem como parada para quem quer ver de perto o show de luzes da aurora boreal são Kulusuk e Ammassalik, no sul e no leste do país.

O que é aurora boreal? E aurora austral?

Aurora boreal é um fenômeno óptico visível na região polar do hemisfério norte, proporcionando um verdadeiro show de cores e formas que se movem no céu noturno. O fenômeno também acontece no polo sul, mas, neste caso, é chamado de aurora austral — sendo que ambos são auroras polares.

Esse brilho colorido que chamamos de aurora acontece como consequência da entrada de partículas elétricas, trazidas pelos ventos solares, na atmosfera superior da Terra, atraídas pelo campo magnético do planeta. Essas partículas, provenientes da coroa solar (a camada externa do Sol), podem ser elétrons e prótons, mas também podem ser subpartículas, como os neutrinos.

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Ford utiliza impressoras 3D para criar porcas que evitam roubo de rodas

A Ford Europa vai usar a impressão 3D para evitar um problema que aborrece motoristas de várias partes do Brasil e do mundo: o furto de rodas. A divisão europeia da empresa desenvolveu uma tecnologia que permite personalizar as porcas de fixação, usando a voz do cliente ou detalhes do próprio veículo para criar um desenho único e extremamente difícil de copiar, diferente das atuais porcas e parafusos antifurto existentes no mercado.

Em parceria coma a EOS, empresa especialista em prototipagem rápida, a Ford criou porcas de fixação com desenho baseado na voz do motorista – que, assim como a íris e a impressão digital, pode ser usada na identificação biométrica. Os engenheiros gravam a voz do motorista por, no mínimo, um segundo dizendo algo como “eu dirijo um Ford Mustang” e usam um software para converter as ondas sonoras em um padrão físico. Esse padrão, então, é transformado em um círculo e usado para desenhar o formato da porca e da chave.

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A porca e a chave são impressas em 3D como uma peça só, em aço inoxidável resistente a ácidos e à corrosão.

No final, as peças são separadas, recebem um pequeno polimento e estão prontas para o uso. O design inclui também recursos de segurança para evitar a cópia ou clonagem da peça, como os dentes internos, que foram forjados em espaços desiguais que se alargam no fundo para evitar moldes de cera, pois o material se quebra ao ser puxado.

Tecnologia já está em uso

A empresa já usou essa tecnologia para criar peças do Ford GT e do Mustang GT500, além de itens especiais para carros de competição, como o coletor de admissão do Hoonitruck de Ken Block. Na linha de produção, a Ford usa a impressão 3D para criar ferramentas até 50% mais leves, que tornam as operações de montagem menos estressantes e ajudam a melhorar a qualidade dos produtos, além de equipamentos de segurança, como luvas de proteção.

Infelizmente sabemos que o Brasil não é o lugar mais seguro do mundo e para garantir a segurança de nossos bens, precisamos do auxilio de alguns acessórios. Um dos bens mais visados entre os ladrões, sem dúvidas são os veículos.

Com o passar do tempo, os carros foram apresentando novas tecnologias, que dificultam a vida de ladrões, entretanto com isso muito se focou em partes especificas dos veículos, como por exemplo as rodas.

Atualmente é possível comprar as chamadas “Porcas antifurto” que precisam de uma chave especial para ser aberta, mas a Ford decidiu melhorar esse acessório.

Com o auxilio de impressão 3D e utilizando a voz do dono do veiculo, a Ford desenvolveu uma porca antifurto que oferece ainda mais segurança, já que conta com um desenho exclusivo para cada motorista que a fizer. Utilizando uma gravação de no mínimo um segundo, é possível utilizar as ondas sonoras para criar o que será então o segredo de cada porca.

Com a intenção de evitar que utilizem outro material, para copiar então o segredo da porca; existem ranhuras internas que impossibilitam o uso de moldes feitos com cera; já que essas diferenças internas quebram o material no momento que for puxado.

A impressão é feita em aço inoxidável, com resistência a ácido e anticorrosivo, garantindo assim a durabilidade e juntamente com as porcas, é impresso a chave especial, isso no mesmo material.

Para que não fique algo menos profissional, ao finalizar a impressão todas as peças passam por um pequeno polimento, isso após separar a porca da chave.

O projeto foi feito em parceria com a empresa EOS, líder em soluções de prototipagem rápida e além de ser possível fazer o segredo da porca pela voz, o motorista pode solicitar desenhos como alguma letra ou o próprio logo da Ford.

A Ford vem se mostrando grande fã das impressões 3D e utilizando em outros projetos, como a criação de peças para o Mustang GT500. A empresa alega que um dos motivos dessa utilização é o fato que através da impressão 3D, é possível criar peças 50% mais leves.

O furto de rodas é um problema que assusta donos de carro do mundo todo. Pensando nisso, a Ford Europa está usando a impressão 3D para evitar essa situação desagradável e cara. A empresa desenvolveu uma tecnologia que permite personalizar as porcas de fixação, usando a voz do cliente ou detalhes do próprio veículo para criar um desenho único e extremamente difícil de copiar.

Desenho criado por voz

Junto com a EOS, empresa líder em soluções de prototipagem rápida, a Ford criou porcas de fixação com desenho baseado na voz do motorista – que assim como a íris e a impressão digital pode ser usada na identificação biométrica. Os engenheiros gravam a voz do motorista por no mínimo um segundo; dizendo algo como “eu dirijo um Ford Mustang”, e usam um software para converter essas ondas sonoras em um padrão físico. Este padrão então é transformado em um círculo e usado para desenhar o entalhe da porca e da chave.

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Como jogar Uno no WhatsApp

Jogar Uno pelo WhatsApp virou mania no Brasil nos últimos dias. No Twitter, usuários repercutem um truque no aplicativo Figurinhas Memes Brasileiros – WAStickerApps para Android que permite reunir os amigos em um grupo para brincar à distância com stickers temáticos do game. Para isso, é preciso baixar um pacote de figurinhas compatível com o mensageiro e ter uma pessoa responsável por distribuir as figurinhas entre os jogadores, um tipo de “mesa”. Depois, basta usar as miniaturas no grupo uma a uma, de acordo com ordem pré-definida pelos participantes.

Sabemos que o WhatsApp

Que começou a receber o recurso Picture-in-picture no Android – é um dos mensageiros mais utilizados para espalhar fake news, e que aos poucos, ele tem sido contemplados com novidades que visam impedir que ele seja usado de maneira nociva bem como tornam a experiência de uso ainda mais interessante.

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É através dele que são baixadas as figurinhas – chamadas de stickers – em formato de cartas de Uno para WhatsApp. A configuração é bem simples e não leva muito tempo. Entretanto, a opção de jogar Uno pelo WhatsApp só está disponível para quem tem dispositivos Android no momento.

O Uno é um jogo de cartas bastante antigo.

Ele é muito fácil de jogar e requer duas ou mais pessoas. No entanto, para jogar Uno no WhatsApp, o recomendado é que haja uma terceira pessoa no grupo, que fique responsável pela distribuição das cartas.

As cartas coloridas com símbolos e números devem ser combinadas entre si. Funciona assim: a primeira carta é tirada do bolo e o jogador que vai começar a partida precisa colocar por cima um item de mesma cor ou símbolo, e assim sucessivamente.

Algumas cartas têm funções especiais, fazendo o próximo jogador “comprar” mais cartas, perder a vez, ou ainda inverter a ordem definida para que os jogadores coloquem suas cartas na mesa. É um jogo bastante dinâmico que termina quando um participante consegue ficar sem nenhuma carta nas mãos, sendo o vencedor da rodada.

Com a ajuda dos stickers, é possível criar grupos no WhatsApp para jogar Uno online com amigos e parentes. Veja a seguir o passo a passo para jogar Uno pelo WhatsApp!

Uma delas fica por conta, por exemplo, das figurinhas, que já se popularizaram entre os brasileiros, especialmente para uso de memes.

O que muita gente não sabe é que graças a elas novas possibilidades foram abertas no mensageiro como, por exemplo, jogar o nostálgico Uno com os amigos e família. Mas esse não é apenas o único jogo que podemos explorar no mensageiro, como mostraremos a seguir.

O Uno é um jogo de cartas cujo objetivo é ficar com as mãos vazias mais rápido que outros jogadores. Os participantes descartam em sequência, ao combinar cor, número ou símbolo da carta anterior. A diversão está nas penalidades aplicadas por algumas cartas: elas fazem o jogador seguinte acumular mais itens, deixar de jogar, entre outras punições para evitar que os adversários vençam. Veja como baixar as figuras do Uno no WhatsApp para Android e jogue virtualmente com os amigos.

Passo 1. Baixe o aplicativo Figurinhas Memes Brasileiros – WAStickerApps, disponível para o sistema operacional do Google.

Abra o app e procure pelos kits “Cartas do Uno” e toque no botão “+”, ao lado, para adicionar;

Passo 2. Em seguida, abra uma conversa do WhatsApp e acesse o painel de emojis do mensageiro.

Toque no menu de figurinhas para ver seus stickers em formato de cartas do Uno;

Passo 3. O usuário que tiver a função de “mesa” deve mandar um conjunto de figurinhas para um amigo no chat privado.

Depois, abra outra conversa e mande stickers diferentes para outra pessoa. Siga dessa maneira até completar o deck do Uno sem repetir cartas para os jogadores;

Passo 4. Em seguida, esse jogador “mesa” precisa criar um grupo com seus amigos e definir uma ordem de jogo, a combinar com os outros participantes. Depois, os adversários da partida precisam encaminhar os stickers ao grupo na sua vez, de acordo com as regras do Uno.

Os participantes que precisarem de cartas ao longo da partida, geralmente, recorrem ao jogador “mesa”. Porém, para evitar algum tipo de fraude e beneficiar pessoas específicas, o grupo deve definir algumas regras ou, ainda, propor outro tipo de dinâmica para esta etapa.

Pronto. Aproveite a dica e jogue Uno no WhatsApp a partir das figurinhas.

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