As principais ações da Bolsa de Valores do setor de tecnologia

O setor tecnológico se destacou muito no ano passado, em grande parte devido ao surto de covid -19 no mundo. Com o isolamento social que a OMS (Organização Mundial de saúde) recomendou, acabou gerando a necessidade das pessoas comprarem os produtos de forma online.

A Mastercard soltou um relatório onde ela mostra que o indicador de vendas no varejo, que está incluído pagamentos do mais variados negócios, o e-commerce no Brasil teve um crescimento de 75% em 2020 em relação ao ano anterior.

Com essa mudança brusca de rotina de todos os brasileiro, foi possível observar que várias emprestas de tecnologia ganharam espaço na Bolsa de Valores (B3). Gerando grandes resultados para todos os seus acionistas. Assim, vou citar as cinco empresas que mais tem chance de crescimento nesse ano.

Wiz (WISZ3)
A primeira  é a Wiz, uma das maiores redes de distribuição de produtos financeiros do Brasil, como seguros e vendas de consórcio. Seu histórico mostra excelência no que faz. Wiz agora está entrando no mercado de banco digital também. No Banco Inter, por exemplo, aumentou o lucro da instituição cinco vezes apenas com seguros. Além disso, a empresa está montando uma plataforma de investimento e crédito para aquele exército que já vende seguros e tem uma carteira de clientes trabalhando, com o objetivo de aumentar a sua remuneração.

Meliuz (CASH3)
Meliuz é uma plataforma de cashback (dinheiro de volta). Basicamente, ele oferece um valor de retorno sobre cada compra feita em seu sistema. Por exemplo, quem comprar um aparelho por R $ 1.200 dentro do site, receberá R $ 120,00 de volta para ser usado em compras que for fazer no futuro.

Essa é uma plataforma que ainda tem muito espaço para crescer, principalmente por causa do crescimento do e-commerce no nosso país. Em tese, se o setor de compras online vi a ter crescimento, consequentemente os clientes estarão interessados ​​em buscar formas de economizar ou obter descontos em suas compras. Com o programa de cashback, as vendas ficam mais atrativas, por isso a empresa deve evoluir muito nos próximos anos nesse sentido.

TOTVS (TOTS3)
A Totvs é uma empresa brasileira de software que detém 50% do market share, ou seja, market share por mercado que, na tradução livre, é o percentual de vendas pelo qual uma empresa é responsável dentro de seu nicho. Recentemente, ela adquiriu a RD Station, ferramenta de automação de email marketing, pagando um total de R $ 1,8 bilhão pela compra.

Alguns analistas de mercado acreditam que o preço negociado foi extremamente alto. Porém, a Totvs não está olhando para a empresa em si, mas para o acompanhamento em que ela está inserida, ou seja, o marketing digital. O novo setor que a gigante da tecnologia quer atacar ainda é pouco explorado no Brasil, embora comece a ser explorado agora em 2020 com a pandemia covid-19. Portanto, ainda há espaço para a empresa crescer ainda mais no meio.

Locaweb (LWSA3)
A Locaweb é uma empresa de hospedagem de sites, função que cresceu absurdamente no ano passado devido ao isolamento social e à criação de sites de venda online. A organização é conhecida porque teve uma iniciativa pioneira. Anos atrás, eles criaram provedores de e-mail, entraram no negócio de comércio eletrônico e agora estão entrando no negócio de crédito financeiro.

Uma das principais características e qualidades da empresa é que já possui carteira própria de clientes. Dessa forma, é possível pensar em diversas formas de obter lucratividade por meio desses clientes. Apesar de ser uma organização para ficar de olho, atualmente não invisto nela porque tive problemas como cliente, mas é uma escolha totalmente pessoal.

Sinqia (SQIA3)
Acabei de investir na Sinqia pensando no longo prazo. A empresa é uma das principais fornecedoras de software para o mercado financeiro. Mesmo que pesem um pouco na economia, os bancos dificilmente gostam de mudar de fornecedor por medo de correr o risco de ter um problema com o sistema. Em um caso recente, o Itaú vendeu uma de suas empresas de tecnologia, Itaú Soluções Previdencárias, para o Sinqia a fim de cortar algumas despesas.

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Netflix vai produzir série live-action de One Piece

A Netflix está em um caso de amor com o Japão. Prova disso é que a gigante do streaming encomendou a produção de uma série live-action do conhecido — e longevo — anime One Piece. A produção ficará ao encargo de duas empresas, Shueisha e Tomorrow Studios, e deve contar com 10 episódios.

A novidade ainda conta com a consultoria e produção executiva de Eiichiro Oda, criador do mangá que deu origem ao anime, e o roteiro será assinado por Matt Owens, que tem no currículo os scripts de Agents of Shield e Luke Cage. A informação foi dada primeiro pelo site americano Deadline e posteriormente confirmada pela conta oficial da Netflix para produções japonesas:

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O assunto volta à tona após ter sido originalmente anunciado em meados de 2017, apesar de que, na época, a Netflix não estava envolvida com o projeto.

Oda também comentou a produção:

“Eu sei que fiz o anúncio disso lá em 2017, mas essas coisas levam tempo. Preparações vinham progredindo lentamente nos bastidores e parece que eu finalmente posso fazer o grande anúncio: a Netflix, o maior serviço de entretenimento do mundo, nos emprestará seu tremendo apoio de produção! Isso nos encoraja muito! Quão longe a história vai progredir ao longo dos 10 episódios da primeira temporada? Qual será o elenco escalado? Por favor, tenham um pouco mais de paciência e fiquem ligados!”

One Piece é o mangá que ainda detém o recorde do Guinness de mais cópias já impressas para uma criação do gênero, além de ser um dos animes com o maior volume de episódios da história. Uma produção desse tipo é outro testamento sobre como a empresa de streaming vem cortejando o público japonês e fãs da cultura nipônica em geral: ainda nesta semana, a empresa divulgou o trailer da produção em CGI do novo Ghost in the Shell, além de ter recentemente adquirido os direitos de transmissão do excelente material do Studio Ghibli.

Um mangás mais vendidos de todos os tempos vai ganhar uma série live-action na Netflix.

Com dez episódios, a produção de One Piece será dos estúdios Shueisha e Tomorrow Studios — este também responsável por outra adaptação em série live-action da Netflix, Cowboy Bebop.

One Piece segue as aventuras de Monkey D. Luffy e sua tripulação de piratas enquanto exploram um mundo fantástico de oceanos sem fim e ilhas exóticas em busca do tesouro mais famoso do mundo, conhecido como “One Piece”, a fim de se tornar o próximo Rei dos Piratas.

Em 1997, a história popular de Eiichiro Oda foi publicada pela primeira vez na revista Weekly Shonen Jump, no Japão. Mais de 460 milhões de cópias foram publicadas em todo o mundo. A série também fez história em 2015, obtendo o título do Guinness World Record por ter o maior número de cópias publicadas para a mesma série de quadrinhos por um único autor.

A trama foi adaptada para uma animação, que estreou na televisão no fim de 1999, e posteriormente adaptada para longas-metragens, sendo o décimo — One Piece: Stampede — lançado em agosto de 2019.

O veterano Steven Maeda (Lost, Arquivo X) e Matt Owens (Agents of S.H.I.E.L.D., Luke Cage); são roteiristas e produtores executivos, enquanto Maeda também atua como showrunner. Marty Adelstein e Becky Clements, do Tomorrow Studios (Cowboy Bebop, Snowpiercer, Hanna), são produtores executivos ao lado de Eiichiro Oda.

As aventuras de Monkey D. Luffy e a sua busca pelo título de Rei dos Piratas vai virar série live-action. A Netflix confirmou que vai adaptar a série, criada em 1997 em forma de mangá por Eiichiro Oda.

Oda já havia confirmado o interesse em fazer uma adaptação desde 2017, mas só agora a Netflix entrou na jogada.

Ele será um dos produtores-executivos, e o Tomorrow Studios (das séries Snowpiercer e Hanna, também adaptações recentes de outros produtos) fica responsável pelo título.

O escritor, showrunner e principal produtor-executivo será Steven Maeda (veterano de séries como Lost e Arquivo X). Matt Owens (de Luke Cage e Agentes da S.H.I.E.L.D.) também produz e roteiriza alguns episódios.

A primeira temporada terá dez episódios, mas a duração não foi divulgada. Não se sabe também quanto dos primeiros arcos da série estará na nova adaptação;— o anime também já tem longa data no ar, exibido desde 1999.

A Netflix está empenhada em transformar animes em séries live action: a produção de Cowboy Bepop foi iniciada; mas acabou interrompida após um acidente, e o aclamado Death Note virou um longa-metragem contestado pelos fãs.

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Governo chinês pediu interdição de fábrica da Tesla por conta do coronavírus

CATEGORIA: Destaques

O governo chinês ordenou que a fábrica da Tesla em Xangai fosse interditada em função dos perigos do coronavírus. A informação veio do chefe financeiro da companhia, Zach Kikhorn, em ligação para investidores. Segundo o executivo, a exigência deve diminuir levemente a rentabilidade da fabricante no primeiro trimestre de 2020.

“Neste ponto, estamos esperando entre uma a uma semana e meia de atraso no cronograma do Model 3 em Xangai por conta da interdição ordenada pelo governo”, disse o executivo.

A Tesla faz parte de um grupo de companhias afetadas pela interdição chinesa para evitar a disseminação do coronavírus, cujo epicentro foi identificado no país. Um grupo de empresas também foi notificado com interdição até 9 de fevereiro.

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A fábrica da Tesla na China começou a entregar os primeiros Model 3 no final do ano passado, com a proposta de ser o novo grande ponto da empresa mundialmente. O país asiático é tido como maior mercado de carros elétricos do mundo, por isso a presença da companhia na região é estratégica para aumentar suas vendas e receita.

Ainda, a Tesla buscava fugir de questões alfandegárias e guerras econômicas entre os Estados Unidos e China, permitindo que o modelo seja mais competitivo na região.

O coronavírus foi identificado em Wuhan em dezembro do ano passado e infectou centenas de pessoas em uma série de países.

Aqui no Brasil, ainda não há casos confirmados, com a manutenção apenas de suspeitas até o momento.

Além da Tesla, o Google também já informou que está interditando seu escritório na China pelo mesmo motivo. Outras gigantes como Apple e Facebook mudaram planos de viagens de executivos para evitar o vírus.

Em um gesto raro, o governo da China admitiu falha na resposta à epidemia do novo coronavírus, que já matou mais de 400 pessoas e infectou mais de 20 mil.

O Comitê do Partido Comunista, que reúne as maiores lideranças do país, reconheceu a necessidade de melhorar o gerenciamento do sistema de saúde de emergência.

“Em resposta às deficiências, precisamos melhorar nosso sistema nacional de gerenciamento de emergências e melhorar nossas habilidades em lidar com tarefas urgentes e perigosas”, afirma o relatório.

O comitê também ordenou uma repressão aos mercados ilegais de animais selvagens, que estariam na origem da epidemia. “É necessário fortalecer a supervisão, proibir e reprimir severamente os mercados e o comércio ilegal de animais silvestres”.

Existe a suspeita de que os primeiros contaminados estiveram em um mercado de animais silvestres em Wuhan, na província de Hubei.

Resposta chinesa

As autoridades chinesas foram acusadas de subestimar a gravidade do novo coronavírus, o 2019 n-CoV, no início da epidemia e, em alguns casos, tentar manter em sigilo as notícias.

Um médico em Wuhan, que tentou alertar seus colegas sobre o surto no fim de 2019, foi acusado de “fazer comentários falsos” e instruído pela polícia a interromper a “atividade ilegal”.

Foi apenas em janeiro que o governo ordenou o bloqueio de Wuhan e cidades próximas em uma tentativa de conter a expansão do vírus. No fim de janeiro, o governo deu início à construção de dois hospitais. O primeiro deles, construído em apenas 10 dias, começou a receber seus primeiros pacientes na segunda-feira.

Suspeitas no Brasil

Mais de 20 países já registram infecção pelo 2019 n-CoV. Na segunda-feira (3), a primeira morte foi registrada no território semiautônomo de Hong Kong.

O Brasil investiga 14 casos suspeitos, de acordo com o Ministério da Saúde. Nenhuma infecção foi confirmada. Desde o início do monitoramento do Ministério da Saúde, o Brasil já descartou ao todo 13 suspeitas.

Entre os 14 casos suspeitos, 11 deles estão passando pela etapa de testes para vírus comuns, como o influenza. Caso um vírus já conhecido no Brasil seja detectado, a chance de o paciente ter coronavírus é descartada.

Outros três casos já deram negativo para doenças comuns e, agora, estão em um teste específico apenas para o 2019 n-CoV.

Pedido temporário vem do governo chinês para todas as empresas privadas
O novo coronavírus se espalha pela China e começa a atingir outras partes do mundo. Para conter o surto, o governo chinês não está medindo esforços. A última ação foi pedir para que as empresas privadas fechem “temporariamente” suas portas em Xangai; entre elas, está a fábrica da Tesla na capital chinesa.

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Dona do BitTorrent é acusada de lucrar em cima de pirataria

A empresa que é dona do BitTorrent, a elusiva Rainberry Inc, está sendo processada por dois ex-funcionários, que acusam a companhia de más práticas de conduta dentro do ambiente de trabalho, citando casos de suposto racismo, assédio moral, ameaças e testemunhos de violência física, em um documento de aproximadamente 70 páginas.

Entretanto, uma parte do processo que não é muito detalhada, poderia chamar a atenção de Hollywood e da indústria global de cinema como um todo.

E você já deve saber onde isso vai dar: violação de direitos autorais e copyright. Especificamente, de filmes de alta abrangência, como blockbusters recentes.

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Richard Hall e Lukasz Juraszek eram, respectivamente, gerente de produto e engenheiro de software antes de serem demitidos. No processo, eles fazem as acusações acima citadas, movendo a ação dentro do que seria, nos EUA, o equivalente à Vara do Trabalho no Brasil. Entretanto, eles também dizem que a Rainberry obtinha lucros da pirataria de filmes.

“Os acusados Justin Sun [CEO da Rainberry] e seus subordinados chineses escolhidos a dedo estavam engajados na pirataria ilegal de materiais protegidos por direitos autorais em nome da acusada Rainberry Inc., a fim de obterem lucros advindos da pirataria ilegal de tais materiais, além de outras atividades inescrupulosas e ilegais”, diz a documentação do processo, obtida pelo site TorrentFreak.

Tanto Hall como Juraszek se definem como “informantes” que foram submetidos a uma prática incessante de assédio por parte de outros funcionários da empresa e seu CEO após eles levantarem suas preocupações sobre as atividades da Rainberry. Segundo o processo, há indícios de que seu vínculo empregatício com a companhia foi terminado após eles se recusarem a participar de “violações criminais de normas estaduais e nacionais relacionadas à pirataria de propriedade intelectual”, incluindo filmes veiculados por Hollywood.

Hall, especificamente, diz que a empresa o nomeou diretor de gestão de produtos de um recurso da companhia conhecido como BTFS.

Ou BitTorrent File System. Segundo ele, houve de sua parte uma preocupação que, dependendo de como a arquitetura e a implementação de algoritmos fossem feitas, o uso do sistema poderia recompensar usuários monetariamente por meio de tokens de criptomoedas (como BTT) após estes “não intencionalmente distribuírem ou armazenarem conteúdo inapropriado”.

Pelas reclamações feitas, Hall alega que a empresa rebaixou seu cargo, de modo a impedí-lo de supervisionar o BTFS, o que o motivou a buscar aconselhamento legal de advogados especializados em direito cibernético para estimar os possíveis danos causados pelo uso do sistema. Posteriormente, ele levou suas descobertas ao CEO Justin Sun, que determinou que nenhuma revisão legal seria feita. Hall argumentou que a categoria “Filmes” deveria ao menos ser renomeada; a fim de se evitar uma percepção de que a Rainberry estivesse encorajando o compartilhamento ilegal de produtos protegidos.

E daí, ele foi demitido, sob justificativa de que ele “não tinha o perfil” que a Rainberry esperava.

Motivos parecidos levaram à demissão de Juraszek; que percebeu em julho de 2019 que o BTFS já não era mais um produto em fase de testes. Ele começou levantar preocupações do comportamento do sistema, haja vista que a empresa não teria o controle do que o usuário escolhesse compartilhar. A partir daí, segundo ele acusa a Rainberry, os gestores moveram a categoria “Filmes” para “implementação continuada no território chinês”.

No mês seguinte, ele novamente buscou superiores, listando suas preocupações e pedindo que consultas jurídicas fossem feitas antes que novos desenvolvimentos do BTFS fossem implementados. Diante de uma nova recusa, ele próprio acessou o sistema a fim de descobrir se havia conteúdo ilegal em compartilhamento; alegando ter encontrado uma versão do filme O Rei Leão com legendas em mandarim.

O filme, porém, ainda estava nas salas de cinema na época. Junto deste, Juraszek também encontrou versões similares de filmes como Era uma Vez em Hollywood, Godzilla: Rei dos Monstros, Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw, Vingadores: Guerra Infinita e muitos outros.

Ao final de agosto, a Rainberry dispensou Juraszek sob alegação de que ele havia “compartilhado informações internas da empresa para uma entidade externa”.

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Google projeta chatbot que responde de forma “quase humana”

A tecnologia dos chatbots, comumente empregada em serviços automatizados de atendimento ao consumidor ou empresas que compram produtos de outras empresas, segue com relativas limitações: as conversas são estranhas e as respostas devem obrigatoriamente identificar-se com um roteiro pré-programado. Em outras palavras, “fuja do script” e o chatbot entra em parafuso, oferecendo erros ou simplesmente não respondendo.

Uma tecnologia do Google, porém, busca mudar isso

Apelidado de “Meena”, o projeto consiste de um chatbot que, graças ao poder da inteligência artificial (IA), consegue compreender noções básicas de contexto. Diante desse novo entendimento, o software consegue responder a interações com pessoas de forma “quase humana”, disse a empresa.

O projeto é encabeçado pelo time conhecido como “Google Bain”, que disse que o Meena consiste de uma “rede neural de ponta a ponta” que emprega um modelo de conversação que “corrige uma ‘falha crítica’ dos atuais chatbots especializados”.

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“Eles [os chatbots] algumas vezes dizem coisas que são incoerentes com o que vem sendo discutido até o momento [durante uma interação com o usuário], ou então lhes falta senso comum e conhecimento básico sobre o mundo. Ademais, chatbots comumente oferecem respostas que não específicas para o atual contexto”, explicou a equipe.

No caso do Meena, a compreensão de contexto tem o intuito de oferecer uma interação bastante próxima do que seria caso a conversa fosse engajada entre dois humanos normais. Nos exemplos abaixo, vemos o Meena responder com recomendações de filmes e também com piadas. Neste último, nota-se um detalhe interessante: a proatividade de contar uma piada vem do próprio chatbot, ao contrário do que se vê, por exemplo, em assistentes virtuais, onde isso é uma interação iniciada pelo usuário.

Como treinamento para o Meena, o Google Bain disse que empregou modelos de 341 GB de conversas de domínio público das redes sociais.

Um número 8,5 vezes maior do que qualquer outro modelo de ponta atualmente existente no setor. Além disso, o Google também criou uma nova métrica de avaliação da responsividade de um chatbot, a qual chamou de “SSA” (sigla em inglês para “Média de Sensibilidade e Especifidade”.

“Se algo parecer estranho — confuso, sem lógica, fora de contexto ou factualmente errado — então [o Meena] registrará isso internamente como ‘sem sentido’. Se a resposta fizer sentido, porém, o sistema trabalha para analisar se ela tem relação com o contexto dado”, explicou a empresa. “Por exemplo, se a pessoa A diz ‘Eu amo tênis’ e a pessoa B responde ‘Legal’, então o discurso é avaliado como ‘não específico’, já que essa resposta poderia ser usada em dúzias de outros contextos. Mas se B responder ‘Eu também: não me canso de assistir ao Roger Federer’; então a resposta é marcada como ‘específico’, já que ela é intimamente relacionada com o que está em discussão”.

Em um gráfico divulgado, o Google diz que o Meena.

É, hoje, o que mais se aproxima de uma interação humana, ficando alguns poucos pontos percentuais atrás de uma conversa entre duas pessoas reais — porém consideravelmente à frente das soluções de chatbot mais conhecidas do mercado, como Mitsuku (da Pandorabots), Cleverbot (criado pela empresa homônima), DialoGPT (um modelo de código aberto usado pela Microsoft, Twitch e outras empresas) ou Xiaolce (desenvolvido pela própria Microsoft).

Ainda que o projeto pareça promissor, o Google diz que ainda não há uma forma de demonstrar o Meena pelas vias práticas; haja vista que ainda é desejo da empresa treinar o sistema em outros pilares; como adicionar tratos de personalidade e conhecimentos factuais; além de mecanismos de segurança e imparcialidade. Por essa razão, os dados divulgados são estudos estatísticos. O Google, porém, planeja lançar uma demo do Meena em algum momento no futuro.

Estudo da Forrester, consultoria internacional, aponta que 2019 é o ano da virada no relacionamento entre humanos e máquinas nas relações de consumo. Os chatbots devem ganhar espaço e se espera que até 2022, as interações entre homens e bots superem os atendimentos tradicionais no mundo.

Os chatbots desenvolvidos pelas empresas de tecnologia são, quase sempre, feitos em cima das plataformas das gigantes americanas de tecnologia. A NOVAREJO conversou com a Microsoft e com o Google para compreender o que os bots têm a oferecer para as empresas e consumidores e o papel da Cortana (assistente virtual da Microsoft) e do Agent Assist nessa nova era nas relações de consumo.

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Realidade virtual ajuda cientistas da NASA a redefinir nossa visão da Via Láctea

Cientistas da NASA estão usando a tecnologia de realidade virtual (VR) para melhorar ainda mais a compreensão sobre como nossa galáxia se formou e como ela funciona hoje. Usando dispositivos de VR, o astrônomo Marc Kuchner e a pesquisadora Susan Higashio puderam acompanhar a velocidade e a direção de 4 milhões de estrelas na nossa vizinhança da Via Láctea e obtiveram uma nova perspectiva sobre os movimentos dos corpos celestes.

Usando primeiramente gráficos em papel, os astrônomos estudaram grupos de estrelas

Quando grupos se movem juntos, é um indício que eles se originaram no mesmo tempo e local, a partir do mesmo evento cósmico. Isso pode nos ajudar a entender como a galáxia evoluiu. Mas com essa técnica, eles chegaram a conclusões diferentes sobre os mesmos grupos de estrelas.

Então, a equipe de realidade virtual de Goddard, gerenciada por Thomas Grubb, fez uma animação dessas mesmas estrelas. Com esse trabalho, eles descobriram estrelas que podem ter sido classificadas em grupos errados, bem como grupos de estrelas que poderiam pertencer a grupos maiores.

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Com essa abordagem, os astrônomos podem todos ver, ao mesmo tempo, a mesma simulação, sem a necessidade de recorrer a um banco de dados após o outro. Higashio, que apresentou o projeto na conferência anual da American Geophysical Union (AGU) em dezembro, assistiu a essas simulações centenas e disse que as associações entre os grupos de estrelas se tornaram mais intuitivas dentro do cosmos em realidade virtual.

Observar estrelas em dispositivos VR redefinirá a compreensão dos astrônomos sobre algumas estrelas individuais.

Bem como agrupamentos de estrelas, de acordo com a NASA. Isso ajudou Kuchner a entender como a nossa vizinhança estelar local se formou, abrindo uma janela para o passado. “Muitas vezes encontramos grupos de jovens estrelas se movendo juntos, sugerindo que todos se formaram ao mesmo tempo”, disse ela. “O pensamento é que eles representam um evento de formação estelar. Todos eles foram formados no mesmo lugar, ao mesmo tempo e, portanto, se mudam juntos”.

Ela compara a experiência com os planetários, que carregam todos os bancos de dados disponíveis para projetar o cosmos em um domo para o público. “Bem, não vou construir um planetário no meu escritório, mas posso colocar um dispositivo [de realidade virtual] e estou lá”, disse Kuchner.

Não é apenas a VR que interessa aos pesquisadores da NASA – a realidade aumentada (AR) também pode ajudar engenheiros e outros profissionais da agência espacial sobrepondo informações visuais e de texto geradas por computador no mundo real. Desde que os primeiros dispositivos “viáveis” com essas tecnologias chegaram ao mercado em 2016, a equipe de Grubb começou a desenvolver soluções como aplicativos para engenheiros que trabalham em missões de exploração e serviços de satélite de última geração.

Que Black Mirror! Tudo que a ciência está aprontando para lentes de contato
10 tecnologias para ficar de olho em 2020

Realidade virtual ajuda cientistas da NASA a redefinir nossa visão da Via Láctea
Em outras palavras: o processo pode não ser simples e o produto final pode não ser perfeito, mas agora temos a tecnologia para recriar os mortos na realidade virtual de forma convincente o suficiente para levar seus entes queridos às lágrimas.

Pode ter sido necessária uma equipe inteira de especialistas para esse projeto, mas isso levanta alguns questionamentos: até que ponto podemos chegar a partir de uma plataforma que permite que alguém interaja com uma versão virtual de um ente querido e que tipo de impacto isso terá no processo de luto? Ver um parente falecido em RV ajudará as pessoas a encontrar um fechamento e seguir em frente após uma morte? Algumas pessoas se tornarão viciadas nesse mundo virtual, gastando cada vez mais tempo nele e menos e menos no mundo real?

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Apple e Broadcom são condenadas a pagar US$ 1 bilhão por violação de patentes

A Apple e a fabricante de chips Broadcom podem ter de pagar, juntas, US$ 1,1 bilhão ao Instituto de Technologia da Califórnia, instituição de ensino mais conhecida simplesmente por Caltech. A decisão se após um julgamento em tribunal com júri. Ficou decidido que a Apple terá de pagar US$ 270 milhões, enquanto a Broadcom, US$ 838 milhões. As empresas prometem recorrer, conforme a agência de notícias Reuters.

Ambas foram acusadas de violar patentes relacionadas à transmissão de dados por meio de WiFi desenvolvidas pela CalTech.

A Broadcom se manifestou após o julgamento, afirmando que discorda do veredicto por enxergar no processo falhas legais e fatuais. A Apple não se manifestou. Nos autos, porém, reclamou de ser processada, uma vez que seria apenas uma cliente da Broadcom.

Curiosamente, na semana passada, Apple firmou um contrato de US$ 15 bilhões para a aquisição de chips da Broadcom para equipar seus futuros aparelhos. Cerca de 5% de todas as vendas da Broadcom foram destinadas à Apple no ano passado.

A Apple, por sua vez, divulgou nesta semana resultado financeiro recorde para o trimestre encerrado em dezembro, em que reportou receitas de US$ 91 bilhões (+8,9%), lucro líquido de US$ 22,2 bilhões (+11,5%) – e seus iPhones nunca venderam tanto, gerando receitas de US$ 55,9 bilhões.

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A Apple e a fabricante de semicondutores Broadcom terão que desembolsar uma bolada, tudo por conta de um litígio que vinha correndo na Justiça norte-americana desde 2016. Segundo a decisão, ambas as companhias terão que pagar, juntas, uma soma que passa de US$ 1,1 bilhão ao Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), devido a violação de patentes.

De acordo com os advogados da Caltech, Maçã vai pagar a maior parte, US$ 838 milhões, enquanto a Broadcom fica com os os outros US$ 270 milhões.

A treta em questão foi o uso de chips W-iFi fabricados pela Broadcom, que teria usado ilegalmente propriedades intelectuais da Caltech.

O valor estipulado pelo júri levou em consideração as vendas de mais de 598 milhões de iPhones, iPads, Macs, iMacs, Apple Watches, Apple TVs, HomePods e até os descontinuados roteadores AirPorts nos Estados Unidos desde 2010. Já a conta da Broadcom foi calculada por meio de uma projeção da negociação dos royalties nesse período. No final, a média ficou de US$ 1,40 por dispositivo para a Maçã e US$ 0,26 para a outra parte.

Apple nega ter violado patentes
Segundo o texto da ação, “as patentes estão relacionadas a sistemas de codificação que corrigem erros na transmissão de dados usados ​​no padrão 802.11 Wi-Fi”. “A Apple e a Broadcom negam a violação das patentes e dizem que o Caltech não teria sofrido danos significativos, mesmo que eles estivessem usando suas invenções. As únicas questões apresentadas ao júri foram se os chips da Broadcom usavam as patentes da universidade e, em caso afirmativo, quais seriam os valores do prejuízo”, completa o documento.

Segundo o Law360, site especializado em Direto, o júri aceitou o argumento de que as tecnologias patenteadas eram “a chave para manter a Apple competitiva no mercado de celulares”. Os três registros da Caltech envolvidos no episódio foram relacionados ao desempenho do Wi-Fi e ao equilíbrio da velocidade com fatores como calor, potência e tamanho do chip.

Um tribunal dos Estados Unidos determinou nesta quarta-feira (29) que as empresas de tecnologia Apple e Broadcom paguem 1,1 bilhão de dólares pela violação de quatro patentes do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) relacionadas à transmissão de dados sem fio.

Segundo a decisão do júri, a Apple deve pagar 837 milhões e a Broadcom, 270 milhões.

Tanto Apple como Broadcom informaram que pretendem apelar do veredito.

“Como instituição de ensino superior sem fins lucrativos, a Caltech está comprometida em proteger sua propriedade intelectual para promover sua missão de expandir o conhecimento humano e beneficiar a sociedade por meio de pesquisas integradas à educação”, afirmou a instituição em comunicado.

O Instituto de Tecnologia da Califórnia abriu o processo em 2016, alegando que os chips Wi-Fi da Broadcom, usados em produtos da Apple, como iPhones, iPads, iPods, relógios Apple e computadores Mac, infringiam as patentes da universidade.

Nos documentos do processo, as empresas acusadas insistiram que a demanda da instituição de ensino “se baseia unicamente na incorporação de chips Broadcom supostamente infratores no iPhone, Mac e outros dispositivos da Apple”.

“A Broadcom fabrica os chips acusados, enquanto a Apple é simplesmente uma parte indireta cujos produtos incorporam os chips acusados”, de acordo com os documentos.

“Portanto, as demandas da Caltech contra a Apple dependem que se estabeleça que os chips acusados da Broadcom; infringem as patentes e que as patentes reivindicadas não são inválidas”.

A Broadcom foi o principal objetivo do processo, mas a Apple também foi indiciada, pois é uma das maiores clientes da empresa.

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Chamada de vídeo no Instagram: saiba como fazer

Se você quer conversar por vídeo com seus amigos no celular, pode usar o Instagram para fazer uma chamada de vídeo em grupo. O recurso, que também funciona para alguns no WhatsApp, permite que você ligue para os seus amigos no Direct e funciona com até quatro pessoas na chamada.

A chamada em vídeo sempre esteve presente no Skype, por exemplo, mas nem sempre todo mundo que você conhece tem o app instalado. Não é o caso do Instagram, que já acumula 1 bilhão de usuários ativos ao redor do mundo e provavelmente é usado pela maioria dos seus amigos.

O Instagram permite fazer ligações de vídeo no Direct. O recurso, que foi anunciado durante a conferência F8, já está disponível para todos os usuários – tanto de iPhone (iOS) quanto de Android. Além de chamadas individuais, é possível realizar videoconferências em grupos com até quatro pessoas ao mesmo tempo.

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Confira, no tutorial a seguir, como iniciar uma ligação de vídeo no Instagram. O procedimento foi realizado em um iPhone, mas as dicas também valem para usuários de Android.

É necessário ter a última versão do aplicativo instalada no celular

Abra o aplicativo do Instagram;
Toque no ícone de mensagens no canto superior direito ou deslize da direita para esquerda para abrir o Direct;
Toque em (+) no canto superior direito para criar um grupo;
Selecione as pessoas que vão fazer parte do grupo (e da chamada);
Se quiser, dê um nome para o grupo;
Toque no ícone de vídeo no canto superior esquerdo para fazer a chamada em vídeo;
Pronto! Agora é só esperar as pessoas entrarem.
Dentro da chamada de vídeo, tem como tocar no ícone de janela no canto superior esquerdo para minimizar a ligação enquanto você navega pelo Instagram. Além disso, o ícone de virar no canto superior direito troca a câmera frontal para a câmera traseira.

Se você quiser desativar o seu vídeo, basta tocar no ícone de vídeo à esquerda do botão vermelho, que encerra a chamada. Para desligar o áudio, toque no botão de áudio à direita do botão vermelho.

Caso haja alguma chamada ativa em um grupo que você participa, o ícone de vídeo no canto superior direito ficará azul.

Você pode silenciar uma pessoa no Instagram ou bloquear alguém no Instagram caso não queira receber mensagens ou ligações de vídeo.

Passo 1. Abra o Instagram e acesse o Direct. Para isso, toque sobre o ícone no canto superior direito ou deslize a tela para a esquerda. Em seguida, abra o chat com o amigo com o qual você quer iniciar uma da de vídeo;

Passo 2. Para realizar a videoconferência, toque sobre o ícone da câmera, no canto superior direito da tela. É possível fazer ligações em grupos de até quatro pessoas. Na parte inferior da tela, além do botão de desligar, é possível desativar a câmera e o microfone;

Passo 3. Na parte superior da tela, os botões servem para trocar a câmera e minimizar o vídeo para navegar na rede social durante a ligação. A miniatura é flutuante e pode ser arrastada para qualquer parte da tela. Para finalizar a chamada, toque sobre o vídeo para voltar à tela cheia e exibir os controles.

Pronto. Aproveite as dicas para fazer ligações em vídeo com seus amigos do Instagram de forma privada.

O que era apenas um boato está confirmado: assim como o Facebook, WhatsApp e SnapChat, o Instagram terá chamadas de vídeo o direct.

Além de tornar o Instagram uma rede social ainda mais completa – com funções até então restritas a outras redes – eleva seu patamar para um APP de serviço de mensagens. E isso certamente representará um ganho em número de usuários!

Para as marcas, surge um terreno fértil para possíveis interações com seguidores.

Neste post, te explicamos o que é o novo recurso e como usá-lo!

Instagram terá chamada de vídeo e áudio pelo direct
O boato começou quando o Techcrunch divulgou que já existiam, no código do Instagram, arquivos APK – são arquivos do pacote de APP – ícones para possíveis botões de chamada por vídeo e áudio.

Quando questionado sobre a possível nova feature, o Instagram preferiu não se pronunciar sobre esses “boatos”. Como a postura da rede é de afirmar que estão sempre fazendo testes, a resposta deixou muita gente em dúvida quanto à possível novidade.

Chamadas de vídeo e áudio no Instagram: a confirmação
No dia 01 de maio, durante o F8, evento anual do Facebook, veio a confirmação esperada.

De acordo com a rede social, essa opção ficará disponível para conversas via Direct Message. O recurso permitirá também call com mais de uma pessoa, sem limite de tempo.

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Modelos climáticos da Terra ajudam cientistas a prever vida em outros planetas

Um supercomputador localizado no Center for Climate Simulation (NCCS), da NASA, é normalmente usado para executar modelos climáticos sofisticados para prever como será o clima na Terra no futuro. Apesar dessa tarefa específica, ele ganhou recentemente outra função: simular as possíveis condições climáticas e de habitabilidade em qualquer um dos mais de 4.000 exoplanetas já descobertos, aqueles que ficam além do Sistema Solar.

O supercomputador Discover tem 129.000 núcleos de processadores baseados em Linux e é capaz de realizar 6,8 de petaflops em operações por segundo. As simulações que ele processou mostraram não apenas que muitos desses planetas poderiam ser habitáveis, mas também evidências de que poderíamos repensar nossas próprias noções de “habitabilidade”.

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Ao contrário do que imaginávamos décadas atrás, existe uma diversidade muito grande de exoplanetas universo afora.

Enquanto alguns são pequenos como a Lua, outros são enormes, até maiores do que os gigantes gasosos da nossa vizinhança. Os exoplanetas rochosos, que se parecem com a Terra, são comumente encontrados na órbita de estrelas anãs vermelhas. E quando foram descobertos planetas dessa categoria dentro da chamada “zona habitável” de suas estrelas anfitriãs, houve um grande entusiasmo, mas ainda é difícil dizer se eles podem abrigar a vida como a conhecemos.

Se esses planetas podem ou não ser habitáveis depende de vários fatores, como a presença de uma atmosfera densa, uma magnetosfera e as químicas adequadas. Ainda não é possível ver esses mundos diretamente ou enviar sondas até eles, então os cientistas contam com modelos climáticos para ajudar na busca por exoplanetas “potencialmente habitáveis”.

Para Karl Stapelfeldt, principal pesquisador de exoplanetas da NASA, modelar o clima de outros planetas é essencial para o futuro da exploração espacial. “Os modelos fazem previsões específicas e testáveis do que deveríamos ver”, disse ele. “Isso é muito importante para projetar nossos futuros telescópios e observar estratégias”, completa.

Por anos, o trabalho de simulação climática envolvendo a Terra e outros planetas foi realizado por Anthony Del Genio; um cientista recém-aposentado do Instituto Goddard de Estudos Espaciais, na NASA. Um dos exoplanetas alvo de sua pesquisa foi o Proxima b; que orbita dentro da zona habitável da anã vermelha Proxima Centauri, a estrela mais próxima do Sol. Este mundo é aproximadamente do mesmo tamanho da Terra e pelo menos 1,3 vez maior.

Além disso, ele orbita sua estrela uma vez a cada 11,2 dias terrestres a uma distância de apenas 0,05 UA (5% da distância entre a Terra e o Sol).

A essa distância, é provável que o planeta esteja gravitacionalmente preso, ou seja; tenha sempre um lado exposto à radiação da estrela enquanto o outro está sempre na escuridão com temperaturas congelantes. Teoricamente, isso já diminui bastante as chances de que seja habitável.

No entanto, a equipe de Del Genio recentemente simulou mais uma vez possíveis climas do Proxima b para testar quantas vezes teriam como resultado um ambiente quente e úmido o suficiente para sustentar a vida. Curiosamente, as simulações mostraram que planetas como o Proxima b poderiam ser habitáveis, apesar de estarem travados em sua órbita.

Potencialmente habitável

Como você já deve ter suspeitado, a equipe de Del Genio usou o supercomputador Discover para executar um simulador planetário que eles mesmos desenvolveram, chamado ROCKE-3D. Este simulador é baseado em uma versão do modelo climático da Terra; desenvolvido na década de 1970 e atualizado para que ele pudesse simular climas em outros planetas. Para cada nova simulação, a equipe variou as possíveis condições no Proxima b para ver como isso afetaria seu clima.

Essas variações incluem o ajuste dos tipos e quantidades de gases de efeito estufa em sua atmosfera. Também foram alteradas a profundidade, tamanho e salinidade de seus oceanos, e a proporção de terra e água. A partir disso, eles puderam ver como as nuvens e os oceanos circulariam e como a radiação da estrela do planeta poderia interagir com a atmosfera e a superfície do Proxima b.

Assim, eles descobriram que a hipotética camada de nuvens do planeta atuaria como um escudo; desviando a radiação estelar da superfície e baixando a temperatura no lado iluminado. Além de ser um cenário favorável para a habitabilidade, é condizente com outra pesquisa realizada por cientistas da NASA que mostrou como o Proxima b pode formar nuvens tão grandes que cobrem o céu inteiro.

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App faz com que os botões de volume do seu smartphone tenha mais funções

Smartphones Android atuais possuem apenas três volumes físicos, que funcionam para algumas poucas e limitadas ações. É verdade que todo o sistema pode ser controlado facilmente com um simples toque na tela, mas e quando ela está apagada? E os inúmeros atalhos que poderíamos criar com os botões físicos para facilitar nossa vida, por exemplo, acendendo a lanterna com apenas um toque?

O aplicativo Almighty Volume Keys tem justamente essa proposta. São vários atalhos configuráveis para tornar os botões de volume ainda mais úteis, inclusive liberando alguns controles com a tela apagada. Por exemplo, você pode acender a lanterna ao tocar em aumentar volume. Apertando aumentar volume duas vezes, pode pular de música, ou começar a gravar áudio. Baixar volume três vezes e seu celular fala as horas em voz alta.

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As opções são finitas, mas em grande número.

É possível até criar atalhos que misturam as teclas, como apertar aumentar volume e depois baixar volume para ligar ou desligar o Bluetooth. São muitas opções, em um app bem completo e simples.

Claro que há algumas funções que não estão presentes e podem fazer falta a alguns usuários. Não há, por exemplo, atalhos para a câmera.

Outra observação: depois de instalar o app, é preciso ativá-lo. Primeiro, indo ao menu lateral no próprio aplicativo, e depois acessando as configurações de acessibilidade e ativando a permissão para o Almighty Volume Keys.

A instalação é gratuita e, se você quiser liberar algumas funções extras, tem que pagar a versão Pro. Mas na edição grátis é possível ter vários bons recursos à disposição. Logo, não precisa sair gastando seu suado dinheiro para ter um app poderoso em seu smartphone.

E se os controles de volume de seu smartphone Android forem capazes de ativar funções alternativas tais como tirar fotos, fazer ligações, gravar áudio ou até mesmo iniciar uma aplicação específica? Saiba que calibrar os botões de seu celular para desempenhar estas e mais funções é de fato uma opção. Basta baixar um aplicativo, configurá-lo devidamente e então começar a utilizar seus controles de volume de forma dinâmica.

Após realizar o download de QuickClick, basta selecionar a função que deverá ser executada sempre que uma sequência determinada dos botões for pressionada.

Entre as tarefas que podem ser ativadas pelo app, destacam-se as seguintes:

Ativação de câmera (foto ou vídeo)
Gravação de áudio
Execução de aplicativo específico
Ativação do app de mensagens
Inicialização de chamadas
Execução de gerenciador de tarefas
Acesso às opções de configurações

Saiba como operar este aplicativo robusto a partir deste tutorial e faça, assim, com que as funções dos botões de volume de seu aparelho passem a desempenhar novas ações.

Passo 1 – Download e ativação do app

Acesse a Play Store e busque o aplicativo QuickClick (se você acessa nossa página por meio de seu smartphone Android, clique aqui e faça o download da aplicação). Uma vez instalado, basta iniciar QuickClick e tocar, neste primeiro momento, sobre o campo “Create a new Action”.

E atenção: certifique-se de checar o ícone exibido pelo canto superior direito do aplicativo; o botão deverá estar ligado (“LIG”). Este comando permite a configuração de ações adicionais ativadas a partir dos botões de volumes e mantém, ainda, o QuickClick em funcionamento.

Passo 2 – Selecione a ação

Após clicar sobre “Create a new Action”, uma nova aba será aberta; diversas tarefas serão listadas por QuickClick. Uso de flash, ativação de câmera de vídeo ou foto, realização de chamadas a partir do toque dos controles de volume ou a execução de um aplicativo em especial são algumas das possibilidades elencadas (as ações são listadas em inglês).

Em nosso caso, selecionamos a opção “Photo” (câmera para fotos). Mas, se ativar um aplicativo específico é sua intenção, nada de alarme: o processo descrito a seguir fundamenta-se sobre quatro etapas – passos estes que devem guiar a ativação qualquer outra função possibilitada por QuickClick (vale dizer que as instruções do app serão exibidas ainda em inglês).

Passo 3 – Configuração de botões

As ações alternativas ativadas a partir dos botões de volume de seu smartphone podem ser todas ajustadas de modo particular. Como selecionamos a opção “Photo”, a primeira configuração solicitada por QuickClick foi a seleção de qual câmera deverá ser ativada quando o aplicativo estiver em uso

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