Buscas do Google mostram alerta de SOS para o coronavírus

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A Google está acionou o alerta de SOS para o seu mecanismo de buscas para o coronavírus. A função só é utilizada para ajudar pessoas em casos de grandes catástrofes mundiais. Com isso, uma nova barra é apresentada, dentro da qual um usuário pode encontrar informações precisas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dicas de sobrevivência.

A companhia enviou comunicado pelo Twitter sobre a decisão: “Hoje, estamos lançando um alerta de SOS para pesquisas do Google relacionadas ao novo coronavírus de 2019. Fazemos isso regularmente para eventos críticos em todo mundo onde a segurança pública possa estar em risco”, disse a empresa.

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O alerta vem com a possibilidade de compartilhamento para facilitar a disseminação de informações.

O Google direciona o usuário para páginas da OMS relacionadas à explicações oficiais sobre o vírus, além de possíveis dúvidas.

Segundo a Google, tal alerta é atualizado na medida em que novas informações são disseminadas, sendo que somente os dados oficiais são destacados. Também não são todas as regiões que podem ter acesso à funcionalidade, dedicada somente a áreas de risco como os países asiáticos. A busca aqui em território brasileiro não entrega o recurso, por exemplo.

A empresa tem trabalhado para ajudar a combater o novo vírus, que já se espalhou mundialmente com mais de 200 mortas até o momento. A Google anunciou diretamente a doação de US$ 250 mil para a Cruz Vermelha, sendo que já levantou US$ 800 mil entre seus funcionários para ajudar as vítimas.

Com epicentro em Wuhan, o coronavírus foi descoberto no final do ano passado e já se transformou em problema de saúde em todo mundo devido sua capacidade de transmissão pelo ar. Por conta disso, a Google interditou escritórios na China, Hong Kong e Taiwan até segunda ordem.

O Google é a maior ferramenta de procura por informações no mundo e, por isso, essencial para disseminar as informações sobre o coronavírus.

Por conta disso, a empresa ativou um alerta SOS para a doença, com a finalidade de disponibilizar as principais notícias e recursos mais rapidamente.

Uma busca por “coronavírus” ou uma consulta relacionada vai resultar em uma card branco, observando o Alerta SOS, e a capacidade de compartilhar diretamente. Abaixo disso, uma caixa com as “Principais histórias” e depois as “Atualizações locais”, com publicações relevantes do Twitter. O Google vai “atualizar com mais informações, conforme necessário e relevante”. O alerta espera tornar “recursos sobre o coronavírus facilmente acessíveis”.

O recurso está disponível tanto para a versão web quanto para dispositivos móveis, e costuma ser usado durante eventos de crise “nos quais a segurança pública pode estar em risco”, incluindo incidentes naturais e humanos.

Google, Facebook, Instagram, Twitter e YouTube vêm anunciando novas providências para conter a propagação de notícias falsas sobre o coronavírus.

O objetivo é atacar o crescente número de fake news relacionadas à prevenção da doença, incluindo falsos comunicados governamentais, além de teorias da conspiração acerca da origem do surto na China. As empresas revelaram as medidas depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o novo vírus representa emergência de saúde pública de interesse internacional. Veja, a seguir, como cada plataforma vai lidar com os casos de desinformação na Internet.

Facebook e Instagram

Serão excluídos do Facebook e do Instagram os posts sobre coronavírus com potencial de causar danos à saúde do usuário. Também serão tratadas dessa maneira as publicações que espalham teorias da conspiração envolvendo a origem do vírus.

A medida vai contra a política usual da empresa para lidar com notícias falsas em suas plataformas. Até então, publicações checadas por agências parceiras poderiam apenas perder o impulsionamento e ganhar um selo avisando se tratar de mentira ou distorção. Foi assim que o site lidou, por exemplo, com campanhas de movimentos antivacina que ocorreram recentemente no Paquistão.

A empresa de Mark Zuckerberg, no entanto, não divulgou planos semelhantes voltados para o WhatsApp, que é visto como vetor frequente de campanhas de desinformação. O Facebook aponta a criptografia de ponta-a-ponta como entrave para evitar fake news e vem recorrendo a funções que restringem o encaminhamento de mensagens para conter a distribuição de correntes com informações falsas.

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